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| Uma publicação da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé * Filiado à International Federation of Foot and Ankle Societies (IFFAS) | ||||||||||||||||||||||
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RESGATANDO O PASSADO |
CARTAS | |||
O flagrante é do VI Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé (Curitiba-PR, 26 a 28 de março dc 1992). Na primeira fila, da esquerda para a direita: Fernando Fonseca, Manlio Napoli, Giacomo Pisani, Roberto Santin e Marcelo Mercadante. Atrás: Antonio Carlos Flores, Donato D'Angelo, Osny Salomao. |
Teste de Thompson NOTA DO EDITOR - Prezado
colega Walter Harris.
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| DICAS DE LEITURA | ||||
| Gregory P. Guyton, MD; Mark S. Mizel, MD. What's New In Foot And
Ankle Surgery. JBJS.v.85-A,n.3,p.576-82,March 2003. Os autores fazem uma revisão do que há de novo em cirurgia do pé e tornozelo. Michael J. Coughlin, MD; Robert C. Shenk, MD. Lateral ankle reconstruction.Foot and ankle, v.22, n.3, p. 256-58, March 2001. Os autores descrevem mais uma técnica para reconstrução ligamentar lateral do tornozelo, que utiliza o tendão do músculo gracilis. Expõem as vantagens em se usar este tipo de procedimento. Mark. S. Mizel, MD; Paul J. Hecht, MD.; John V. Marymont, MD, and H. Thomas Temple, MD. Evaluation and treatment of chronic ankle pain. JBJS. v86a, p.622-32, March 2004. Os autores fazem uma revisão das principais causas de dor crônica no tornozelo, exame físico correspondente e tratamento. Sandro Giannini, MD.; Francesca Vannini, MD. Operative treatment of osteocondral lesions of talar dome: current concepts review. Foot and ankle international, v.25, n.3, if p. 168-75, March, 2004. Os autores propõem as indicações para o tratamento das lesões osteocondrais do talus, salientando as vantagens e desvantagens de cada método. ISNAR DE CASTRO FILHO |
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| 2 - Boletim da SBMCP- Ano 9 - n0 34 | ||||
| NA ERA DA MODERNIDADE | |||
| HOMEPAGE SBMCP É MAIS
SERVIÇO AO ASSOCIADO E INFORMAÇÃO GLOBAL |
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Estatutariamente organizada, a Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé está aparelhada também com os instrumentos que permitem a necessária divulgação da vida orgânica da entidade - Revista, Boletim e Homepage. O site da SBMCP - http://www.sbmcp.org.br - representa a presença da entidade na modernidade. Com um design atual, a página virtual da Sociedade tem caráter técnico-informático ágil e leve, permitindo rapida navegação nas inúmeras telas que oferecem serviço e informação em nove assuntos distribuidos no menu principal. O site dispõe de mecanismos importantes, como busca, e segurança: o médico associado à SBMCP se cadastra, e com login e senha pode acessar locais exclusivos, como leitura de atas, foruns de casos clínicos e debates eventuais online em tempo real através de chat. |
Nas áreas de livre navegaçao, a página da Sociedade oferece logo na abertura as notícias atuais - aviso sobre a realização dos principais eventos para a especialidade, por exemplo. Um espaço para leigos responde dúvidas levantadas com mais frequência por pacientes, oferecendo urna alternativa de informação para o grande público. O Presidente da SBMCP, Sergio Vianna, avalia a chance de integrar mais a entidade a partir do site: - A página da Sociedade serve ainda como importante elo de cooperação dos membros em fazer críticas e sugestões via online, permitindo incrementar a comunicação virtual com a consequente melhoria da trajetória da SBMCP. Também é importante lembrar que serão bem vindos casos bem documentados para discussões técnicas usando esta notável ferramenta de integração. |
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| FUNCIONAL E HISTÓRICO | |||
| O
site da Sociedade Brasileira de Medicina e e Cirurgia do Pé oferece ao médico internauta
a possibilidade de atualizar seu cadastro pela tela do computador. Basta ir ao menu
principal, no topo da tela, e clicar em Cadastro. A tela abre um formulário onde o futuro
associado poderá digitar seus dados e enviar os campos preenchidos diretamente a SBMCP.
De posse da senha, o médico passa a ter acesso a páginas exclusivas, como Atas e
Casos Clínicos. Na área de livre navegação, a homepage da Sociedade |
expõe em
Galeria - ítem disponível no botão A SBMCP, do menu principal fotos da
inauguração do mural de fotos de presidentes da entidade, ocorrida durante o 34° CBOT.
A galeria de fotos, idealizada pelo associado Mauro Fuchs, encontra-se na sede da SBMCP,
em São Paulo. Pelo site é possível ainda ter acesso livre a todas as edições impressas do Boletim da SBMCP, que são estampadas na tela do computador com um clique na opção Boletins, do menu principal. Estão disponíveis as edições na íntegra desde o número , publicado em outubro de 1994. |
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Boletim da SBMCP- Ano 9 - n0 34 - 3 |
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| ATUALIZAÇÃO | |||
| A ARTROSCOPIA DO TORNOZELO E DO PÉ:
ASPECTOS ATUAIS DA TÉCNICA |
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Desde 1931, quando Burman relatou pela primeira vez o uso de um artroscópio na articulação do tornozelo e descreveu sua anatomia artroscópica, tem-se a impressão de que a artroscopia do tornozelo, devido ao tamanho da articulação e ao formato convexo da superfície dorsal do talus, não seja viável. Durante a década de 70, autores japoneses, como Watanabe, Chen e Ikeuchi, desenvolveram instrumentais mais delicados e técnicas adequadas para a articulação. A partir dos anos 80, a literatura norte-americana já mostra um maior número de relatos, mas sem nenhuma grande casuística. Mas na década seguinte, o artroscopio passou a ser utilizado com maior frequência. Hoje, o procedimento é utilizado rotineiramente como um método diagnóstico e como meio de tratamento de diversas patologias intra-articulares. A artroscopia do tornozelo apresenta diversas vantagens sobre a artrotomia: 1- permite a inspeção direta de toda a superficie articular, sem múltiplas artrotomias ou osteotomias dos maléolos; 2 - os ligamentos podem ser examinados enquanto se aplica estresse na articulação; 3 os procedimentos são possíveis sem exposição cirúrgica adicional ou outras dissecções; 4 a morbidade é menor e o tempo de recuperação é rnais rápido1. As desvantagens devem-se principalmente a anatomia do tornozelo. As estruturas neurovasculares podem ser lesadas na via de acesso. O tornozelo também é menor e apresenta maior estabilidade óssea que o joelho, ocorrendo assim uma maior limitação da liberdade de movimentos com o instrumental. Devem-se destacar ainda as desvantagens próprias do método artroscópico, como o custo do instrumental, a necessidade de toda uma equipe treinada, incluindo enfermeiros e circulantes, e a curva de aprendizado, relativamente longa1. A artroscopia do tornozelo é atualmente utilizada tanto para o tratamento de patologias como para o diagnóstico2. Permite realizar a remoção de corpos livres; biopsiar a sinóvia e fazer a sinovectomia de processes inflamatórios crônicos; avaliar, desbridar e perfurar lesões osteocondrais; desfazer adesões; avaliar e tratar fraturas osteocondrais agudas, irrigar e desbridar a artrite séptica do tornozelo; retirar osteófitos; desbridar a artrite pós-traumática ou degenerativa; remover causas de impacto intra-articular; fazer a avaliação intra-articular pré-reconstrucao ligamentar e explorar o tornozelo em casos de dor persistente de etiologia não determinada. As contra-indicações estão relacionadas basicamente àquelas situações onde ocorre uma diminuição do espaço articular2. Portanto, uma moderada artrite degenerativa, más condições de pele e alterações neurovasculares podem ser consideradas relativas. O procedimento se torna inviável nas infecções de partes moles adjacentes ao tornozelo, infecções sistêmicas, artrite degenerativa grave e anquilose. OS PORTAIS A abordagem artroscópica básica do tornozelo envolve três portais anteriores, três portais posteriores e os portais transmaleolares e teanstalares. Além destes, portais acessórios são descritos. Porém, na maior parte dos casos, somente dois ou três portais são necessários para a execução dos procedimentos, sendo que a seleção daqueles que devem ser usados depende da localização da lesão e do procedimento a ser realizado. Os mais frequentemente utilizados são os portais antero-lateral, antero-medial e o postero-lateral. |
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4 - Boletim da SBMCP- Ano 9 - n0 34 |
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São descritos impactos antero-laterais (os mais frequentes), antero-medial, antero-centtal e posteriores. Outra estratura descrita, que também pode se manifestar como impacto, é a porção intra-articular do ligamento tíbio-fibular, que pode estar rota ou mesmo hipertrofiada. O tratamento nestes casos é simplesmente a remoção do tecido alterado. Porém o maior problema nestes casos é o diagnóstico definitivo: a ressonância magnética ainda não é uma unanimidade, e as possibilidades de outros diagnósticos seguindo uma entorse de tornozelo são muito grandes e devem ser obrigatoriamente excluídas. ARTRODESE DE TORNOZELO Os resultados descritos referentes as artrodeses realizadas por via artroscópica são bastante animadores3,6. A agressão às partes moles e mínima, o pós-operatório, menos complicado, e os índices de consolidação, semelhantes, porém ligeiramente mais cedo em casos realizados por via artroscópica em um estudo comparativo. Porém deve-se destacar a dificuldade técnica do procedimento, que por sua vez resulta numa curva de aprendizado relativamente longa. Existe ainda a impossibilidade da correção de deformidades, sendo, portanto a artroscopia indicada somente nos casos de artrodese "in situ". Foram acompanhadas, durante um período de oito anos por Glick et cols3, 34 artrodeses do tornozelo realizadas utilizando-se uma técnica artroscópica. A taxa de consolidação foi de 97% e o tempo médio até a fusão foi de nove semanas; 86% dos pacientes apresentaram resultados bons ou excelentes. Não houve infecção incisional ou lesão neurológica. Houve uma consolidação viciosa e outra complicação adicional menos importante. O método artroscópico utiliza um abrasivo para desnudar as superfícies da cartilagem, seguido pela osteossintese com parafusos. O tempo médio para a consolidação é significativamente menor do que para as outras técnicas de artrodese, o que apressa o período de recuperação. O período mais curto até a fusão é provavelmente o resultado da mínima desperiostização que é realizada durante o procedimento. A baixa morbidade de tal técnica elimina a necessidade de hospitalização na maioria dos casos. Não houve sequela adversa a longo prazo. Esta é a maior serie j's publicada sobre artrodeses do tornozelo via artroscópica. Os seus resultados demonstraram várias vantagens da artrodese do tornozelo via artroscópica sobre os métodos cruentos de artrodese do tornozelo. O benefício mais profundo é a redução do período até se obter uma fusão sólida. A media de tempo para a consolidação clínica e radiológica após a artrodese aberta é de três a 12 meses. Na sua série, o tempo médio de consolidação após a artrodese via artroscópica foi de nove semanas, com um alcance de seis a 16 semanas. A rápida taxa de consolidação é, provavelmente, devido a ausência do descolamento periosteal necessário para a realização da técnica, deixando, portanto, a circulação local intacta para criar uma fusão rápida e sólida. Outra vantagem da artrodese artroscópica é o tempo significativamente menor do período de hospitalização e recuperação. O procedimento é realizado geralmente em bases |
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Boletim da SBMCP- Ano 9 - n0 34 - 5 |
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O tempo médio de consolidação nos pacieiites abordados artroscopicamente foi de 8,7 semanas (seis a 14 semanas), comparado as 14,5 semanas no grupo da artrotomia (oito a 26 semanas; p menor que 0.004). Apesar das diferenças na seleção dos pacieiites para cada grupo, foi concluído que a artrile incapacitante do tornozelo, em certos pacientes, pode ser mais propriamente conduzida através da artrodese artroscópica do que pela artrotomia com a ostectomia maleolar, utilizando-se métodos similares de fixação. Os autores acharam o procedimento artroscópico mais difícil tecnicamente e mais demorado do que a maioria dos outros procedimentos de artrodese do tornozelo disponíveis. Independente disso, num ambiente apropriado, a técnica artroscópica pode ser preferível a artrotomia, a ostectomia e a artrodese clássica. Os autores demonstraram uma redução estatística significativa no tempo da artrodese e outras vantagens inerentes que tornam a artrodese do tornozelo via artroscopia um procedimento de valor em certos pacientes. LESÕES OSTEOCONDRAIS O tratamento das lesões osteocondrais talvez seja a indicação mais frequente de artroscopia e também aquela que mais propicia resultados satisfatórios, principalmente no sentido de evitar muitas vezes uma osteotomia do maléolo medial. A artroscopia permitiu também um novo estadiamento das lesões onde se pode de fato testar a integridade e estabilidade da cartilagem articular e a partir desta comprovação determinar o melhor método de tratamento (PRISCTH et al J Bone Joint Surg, 1986). Os resultados, quando comparados os métodos tradicionais e os artroscópicos, em diversas séries, são semelhantes (Ferkel, 1999) Para o tratamento das lesões condrais a distração é bastante importante, assim como o uso de um guia para facilitar as perfurações. O tratamento pode variar desde o simples desbridamento da lesão, perfuração retrógrada ou anterógrada do osso subcondral e até mesmo a substituição do osso subcondral com enxerto esponjoso preservando-se a cartilagem articular íntegra, conforme descrito por Conti e colaboradores. A maioria das lesões osteocondrais pode ser abordada artroscopicamente7. Muitos dos procedimentos artroscópicos tem se mostrado bem sucedidos, tais como o desbridamento com condroplastia abrasiva, as perfurações subcondrais e as microfraturas. Mas algumas das lesões maiores ou resistentes podem necessitar de uma via de acesso cruenta ao tornozelo para restaurar a cartilagem articular. As lesões laterals, na sua maioria, tem uma localização anterior e são facilmente abordadas através de uma via de acesso anterolateral padrão. A maioria das lesões mediais estão localizada no domus talar posterior, sendo necessária uma osteotomia maleolar medial. As osteotomias, particularmente a do maléolo medial, devem ser realizadas com todo o cuidado. A complicação possível da pseudoartrose ou da consolidação viciosa pode desencadear uma artrite progressiva do tornozelo. As lesões osteocondrais do tálus continuam a apresentar problemas desafiadores para o especialista de pé e tornozelo4. Embora o tratamento padrão mais moderno através do desbridamento artroscópico combinado com a perfuracão ou a microfratura subcondral possa ser efetivo num grande número de casos, muitos ortopedistas estão procurando alternativas para aqueles casos onde estão presentes lesões maiores ou mais problemáticas. De modo geral, o pêso das evidências correntes sugere que o procedimento do sistema de transferência autográfica |
MARCOS
DE ANDRADE CORSATO |
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6 - Boletim da SBMCP- Ano 9 - n0 34 |
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| COMO EU TRATO | |||||
| LESÕES DOS TENDÕES FIBULARES | |||||
A dor localizada na borda lateral do tornozelo e pé, que pode ter início após um traumatismo ou atravé de um processo inflamatório lento e gradativo, é comum na prática ortopédica. Uma das causas desta dor são as alterações nos tendões fibulares, que muitas vezes não são diagnosticadas corretamente. Os tendões fibulares curto e longo tern função de flexores plantares e eversores do pé. Originam-se no compartimento lateral da perna, possuindo um trajeto |
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| de fratura do calcâneo, luxações do tornozelo e as atividades
repetitivas e prolongadas; b) alteracoes anatômicas, tais como a presença do tendão
fibular terceiro, hipertrofia do tubérculo dos fibulares, estenose no trajeto dos tendões,
principalmente na região retromaleolar e no tunel do cubóide, e o retropé varo. Os pacientes portadores de inflamação e ou degeneração dos fibulares apresentam-se clinicamente com edema localizado na borda lateral do tornozelo, dor a palpação no trajeto dos tendões e dor contra resistência a inversão. Nos exames complementares, realizam-se rotineiramente radiografias convencionais do tornozelo |
através da ressecção do osso acessório, quando existente (os
proneum), e a reparação do tendão, associada com a solidarização dos fibulares. A
imobilização gessada também é mantida por seis semanas, sem apoio. A estes procedimentos cirurgicos descritos acima, quando existem alterações traumáticas ou anatômicas, podem-se associar tambem osteotomia do calcâneo para as sequelas de fraturas do mesmo ou no retropé varo, e reconstrução ligamentar lateral do tornozelo, quando este estiver lesado. ALEXANDRE CASSINI DE OLIVEIRA |
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Boletim da SBMCP- Ano 9 - n0 34 - 7 |
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AGENDA |
AGENDA COMENTADA | |
| AGOSTO Jubileu de Ouro do Grupo do PÉ. Dias 27 e 28, no Centro de Convenções Rebouças. São Paulo-SP. Convidado: John Gould (EUA). Secretarial Cegon Eventos. Tel: (11) 3086-4106. Fax: (11) 3086-4105.
SETEMBRO
OUTUBRO 36° Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia. De 30 de outubro a 2 de novembro no Riocentro. Rio de Janeiro-RJ. Mais informações no site www.sbot2004.com.br
DEZEMBRO |
EVENTOS PROGRAMADOS PARA 2004 PELA SBMCP Ao assumirmos a Diretoria Científica desta nova gestão comandada pelo nosso querido colega Sergio Vianna, fomos questionados sobre quais seriam os encontros científicos mais interessantes para os associados e contando para isso com uma verba bastante limitada. Bem, para nós brasileiros este problema é de fácil solução. Graças ao apoio dos colegas, conseguimos para este ano dois eventos maravilhosos que engrandecem e dignificam nossa entidade. Tomando esse folego e reabastecidas nossas baterias para o próximo ano (um ano especialíssimo, será nosso 30° aniversário), no qual esperamos poder oferecer a todos homenagens e realizaçõoes que mantenham a tradição de nossa Sociedade. Para alegria de todos nós ortopedistas, em especial aqueles voltados para a Cirurgia do Pé e Tornozelo, a figura ímpar do grande Professor Manlio M. M. Napoli ("Pai de todos") estará comemorando 50 anos de existência do Grupo do Pé com o "Jubileu de Ouro" no Hospital das Clínicas de São Paulo da Universidade de São Paulo (USP) e, para tanto, realizará no Centro Rebouças nos dias 27 e 28 de agosto de 2004 um grandioso evento comemorativo com a participação de convidados nacionais e estrangeiros, contando com a presença de todos os nossos associados. (ver Agenda de Eventos ao lado). Mantendo o brilho do evento acima citado, estamos organizando também para este ano de 2004 o 1° Encontro Luso-Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé, unindo a língua portuguesa e nossas tradições na aconchegante cidade de Poços de Caldas, nas Minas Gerais, nos dias 10 e 11 de dezembro. Aguardaremos todos com muito bacalhau e doces Portugueses com certeza. Entre outros eventos realizados no exterior lembramos o dia de nossa Especialidade no dia 31 de Outubro de 2004 na. Cidade Maravilhosa, durante o 36° Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia. Finalizamos com a extraordinária lembrança de nosso Congresso, que será organizado na estância serrana de Gramado, no Rio Grande do Sul, de 20 a 24 de abril de 2005 com convidados estrangeiros (Professores Sammarco e Hajo Thermann) e a receptividade que somente o povo gaucho sabe dar (sem jogo de palavras, tche!!!). ANTONIO A. COUTO DE MAGALHÃES |