| Uma publicação da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé * Filiado à International Federation of Foot and Ankle Societies (IFFAS) | |||||
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Dicas de leitura
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A partir de sua criação, já nos primeiros
momentos de vida da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Pé, pairava uma grande
preocupação acerca de sua subsistência. Lutas heróicas foram travadas para gerar,
poupar e multiplicar os parcos recursos Mas sonhar é preciso...Urge que juntemos nossos esforços movidos por outra grande preocupação. Aflige-nos agora o estabelecimento de diretrizes e programas de longo prazo para a SBMCP que visem, principalmente, a elevação dos padrões de qualidade. Precisamos congregar todos os expoentes, amantes e amigos desta especialidade para delinear metas e modos de atuação na formação de novos especialistas, na educação continuada e aperfeiçoamento dos já existentes e no desenvolvimento de novos conhecimentos. A SBMCP pode (e deve!)
assumir este desafio, incentivando o debate e interferindo no aprimoramento do currículo
básico das universidades, do temário, métodos e recursos utilizados nos programas de
residência médica, na estipulação de regras e normas para a Somente dessa forma
poderemos pleitear o reconhecimento e a valorização que pretendemos para nossa
especialidade no Brasil. Mais do que uma tarefa,
é a busca de uma personalidade, de uma alma, viva e vibrante, que possa habitar o corpo
físico que nos foi legado. Caio Nery, |
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Notícias
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SBMCP: Alameda Lorena, 1304 -sl. 1108 |
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Alfonso Apostólico Netto
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1. The contribution of the medial calcaneal osteotomy to the correction of flatfoot deformities Nyska, M.; Parks, B. G.; Chu, I.-T.; Myerson, M. S Foot & Ankle International, v. 22,n. 4, p. 278-82, 2001. Os autores mostram a importância das linhas de força do tendão da Aquiles na manutenção da deformidade do pé plano e os efeitos da osteotomia da medialização do calcâneo na mudança de ação dessas forças. 2. Heel pain triad (HTP): the combination of plantar
fascities, posterior tibial tendon dysfunction and tarsal tunnel syndrome. |
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Aos amigos do pé |
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Wilson Rossi |
Recebemos, com muito orgulho, convite da diretoria para integrar uma
comissão junto com os colegas Antonio Carlos Flores dos Santos, Verônica Vianna e Luiz
Carlos R. Lara, tendo como principal objetivo estudar e propor normas para admissão e
permanência dos membros da SBMCP. |
permanecer dentro dela também deve ser valorizado, propondo-se critérios
que valorizem a participação científica, a freqüência aos eventos oficiais e a
dedicação à sociedade. |
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| "Controversies
in Lower Limb Amputation" |
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Nosso colega e membro titular da SBMCP, o dr. Marco Guedes foi palestrante
no último encontro da American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS), no curso
Controversies in Lower Limb Amputation, com o tema Bone Bridging in Transtibial
Amputation. Tratou-se de uma apresentação de 20 minutos, dentro de um instructional
course coordenado pelo dr. Michael Pinzur, da Loyola University, de Chicago, e do qual
também participaram os drs. Lew C. Schon, MD, de Baltimore, Maryland, e Douglas G. Smith,
MD, Seattle, Washington. |
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Prezado associado,
Em breve você estará recebendo sua senha para acessar a área especial do nosso site,
que é |
Caio Nery Presidente da SBMCP |
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| Futura revista da SBMCP | Egon E. Henning Membro titular da SBMCP |
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Há algum tempo vem-se cogitando, em nossa sociedade, da possibilidade de
lançar uma Revista Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé, para incentivar a produção
de trabalhos científicos desta área em nosso meio e propiciar uma maior divulgação de
nossa pesquisa e experiência entre os ortopedistas brasileiros e de outros países. |
Fui honrado com a incumbência de encabeçar uma comissão editorial que
fizesse a revisão e a seleção dos trabalhadores que nos forem
encaminhados, e convidei os colegas Sérgio Bruschini e Osny Salomão para me auxiliarem
nesta tarefa, à qual prontamente acederam. Nós faremos a revisão inicial,
recomendaremos ou sugeriremos aos autores alterações que achemos necessárias e, depois,
encaminharemos os trabalhos considerados de boa qualidade para o editor da RBO, que os
fará passar por nova revisão, a fim de verificar se está tudo de acordo com as normas
da revista. Os autores devem pois, seguir os critérios de redação desta revista, os
quais são publicados no início de cada edição. |
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3 * ANO 8 /NÚMERO 27 * Boletim da SBMCP *
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| Amigos da sociedade | ||||
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Pacote São Francisco -
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No mês
de setembro,
Alfonso
Apostólico Netto |
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Pacote Las Vegas + São Francisco - Este último pacote
parece ser o ideal. Imaginem a cena: os drs. Caio e Osny fumando belo charuto cubano e
jogando roleta! E o dr. Bruschini na mesa de pôquer! Cenas que jamais serão apagadas da
memória!
Limatur - Av. Bem-Te-Vi, 333/conj. 24 Esperamos vê-los em breve!
* Os valores poderão ser parcelados, sem juros, no cartão de crédito |
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| Boletim da SBMCP * ANO 8 /NÚMERO 27 * 4 |
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Dia 9 de Agosto de 2002 |
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| 8h às 8h30 - Inscrições, material, wellcome 8h30 às 8h45 - Abertura 8h45 às 9h45 - Mesa redonda moderna: fraturas do tornozelo e do pé. Coordenador: Túlio Diniz Fernandez D1 - Renato do Amaral Mazagão D2 - Fernando Ferreira da Fonseca Filho D3 - Alfonso Apostólico Netto D4 - Augusto César Monteiro D5 - José Antônio Veiga Sanhudo 9h45 às 10h15 - Coffee break 10h15 às 12h15 - Workshop 10h15 às 11h15 - Osteotomias mais usadas para o tratamento do hálux valgo ( Chevron, Chevron Biplana, Ludlof, Scarf) + osteotomias de Weil 11h15 às 12h15 - Workshop de palmilhas - Nelson Astur Filho 12h15 às 14h - Almoço (livre) 14h às 16h20 - Mesas-redondas convencionais 14h às 14h20 - MRC - Pé infantil - O que há de novo no pé torto congênito? - Alexandre Lourenço 14h20 às 14h40 - A quantas anda o tratamento dos pés planos flácidos da infância? - Patrícia M. Barros Fucs |
14h40 às 15h - Atualização no diagnóstico e tratamento do pé plano espástico - Carlos Alberto dos Santos 15h às 15h20 - Tratamento cirúrgico do pé torto congênito - Luiz Carlos Ribeiro Lara 15h20 às 15h40 - MRC - Pé adulto - O que há de novo no hálux valgo? - Caio Nery 15h40 às 16h - A quantas anda o tratamento do pé plano adquirido do adulto? - Rui dos Santos Barroco 16h às 16h20 - Atualização no diagnóstico e tratamento das deformidades dos pequenos dedos - Verônica Vianna 16h20 às 16h50 - Coffe Break 16h50 às 17h50 - Mesa-redonda moderna: tendões, ligamentos, artrites e inflamações Coordenador: Sérgio Bruschini D1 - Mauro L. Fuchs D2 - Alexandre Cassini de Oliveira D3 - Sérgio E. Vianna D4 - Júlio César F. Costa D5 - Antônio Carlos Flores dos Santos 17h50 às 18h20 - Palestra - As tendências de medicina e cirurgia do pé para o século XXI - Osny Salomão 18h20 - Happy Hour 21h - Jantar |
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Dia 10 de Agosto de 2002 |
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09h às 11h - Mesas-redondas |
12h50 às 13h10 - Tratamento do pé torto mielodisplásico Antônio Carlos Fernandes 13h10 às 13h30 - Encerramento 14h - Churrasco de confraternização: porco e javali no rolete e porco na turbina Empresas confirmadas: - Synthes - Palmipé - Trautec - Corpomedic - Schering- Plough - TRB Pharma - Repmig - Boehringer Ingelhein |
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Paralelamente ao evento estarão acontecendo atividades para a população leiga com os seguintes temas: |
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. O calçado ideal na infância . O calçado ideal para o adulto . O pé diabético . O pé reumático |
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| Taxa de inscrição | Até 31/06 | Até 31/07 | No local | ||||||
| Membros
da Seccional Sul Membros da SBMCP Médicos e
fisioterapeutas |
RS$
60,00
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RS$
70,00
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RS$
100,00
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| 5 * ANO 8 /NÚMERO 27 * Boletim da SBMCP * | |||||||||
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José
Antônio Veiga Sanhudo |
Você
mensura corretamente o hálux valgo? |
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Não é muito fácil de se acreditar, mas a verdade é que, apesar dos inúmeros trabalhos publicados referentes à patologia do hálux valgo, não se tem ainda uma padronização de como mensurar a gravidade da deformidade. Na edição de janeiro de 2002 do Foot & Ankle International, foi publicado um relatório de um comitê da Association of Orthopaedic Foot & Ankle Surgeons (Aofas) especialmente criado para estudar medidas angulares. O comitê, formado pelos colegas Michael Coughlin, Charles Salzman e James Nunley, avalia a reprodutibilidade das mensurações angulares disponíveis atualmente. Os ângulos de hálux valgo e o intermetatarsiano são os mais freqüentemente utilizados para avaliar o grau de deformidade e o sucesso da correção obtida após uma cirurgia do hálux valgo, porém ambos são mensurados de maneiras diferentes por diferentes autores, levando, assim, a resultados certamente discordantes. A maioria dos trabalhos sequer refere de que maneira foram obtidos os valores angulares apresentados, e, analisando os artigos que demonstram a forma de mensurar a deformidade, o comitê da Aofas observou que há pelo menos cinco maneiras diferentes descritas na literatura. O método mais freqüentemente utilizado para mensurar o ângulo de hálux valgo, recomendado por Smith et al., compreende a obtenção do eixo da linha média do primeiro metatarsiano e da falange proximal do hálux, cada eixo da linha média do primeiro metatarsiano e da falange proximal do hálux, com cada um dividindo as respectivas regiões diafisárias em duas partes iguais. O ângulo intermetatarsiano é obtido, na maioria das vezes, da mesma maneira, ou seja, traçando-se um eixo longitudinal na diáfase do primeiro e do segundo metatarsianos, dividindo-os em duas metades iguais, como recomendado por Hardy e Clapham. O problema é que nenhum ponto específico para a obtenção dos referidos eixos foi recomendado pelos autores. Smith et al. reconheceram que o ângulo intermetatarsiano não muda substancialmente após uma osteotomia distal do metatarsiano, e recomendam o uso de um ponto de referência no centro da cabeça do primeiro metatarsiano (técnica do centro da cabeça) para análise das radiografias pré e pós-operatórias. Eles também reconheceram que a técnica do centro da cabeça pode erroneamente demonstrar uma redução do ângulo intermetatarsiano pela simples ressecção da eminência medial. Para contornar este problema foi recomendado que, na radiografia pós-operatória, o ponto de referência distal do primeiro metatarsiano seja colocado numa distância idêntica à do córtex lateral da cabeça do primeiro metatarsiano. |
fato de a magnificação da radiografia alterar diretamente o valor encontrado e a dificuldade em normatizar valores entre os diferentes tamanhos de pé. |
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| O efeito Cinderela | ||||
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Quando J. Potte e R. Montagu, em 1729, em Perraults Históires, escreveram a história da Gata Borralheira, que encantou a humanidade com o sapatinho de cristal da Cinderela, não imaginaram que estariam trazendo à superfície, à luz do sol, a moda de se mostrar os sapatos, até então relegados à sombra e ao anonimato dos recônditos dos vestidões. Surgiria, junto com a nova moda de vestidos mais curtos, a cultura do calçado feminino, baseada no sucesso pessoal da jovem enteada, maltratada pela madrasta e pelas irmãs adotivas. Afinal, o próprio príncipe saiu a campo à sua procura. Diria mais. Diria que , mais do que uma cultura do sapato feminino - delicado, pequeno, justo, como um adorno ao pé, como uma jóia, "de cristal" -, o que mais se depurou daquele conto(e que resiste até hoje) foi o alavancar da vaidade humana, da vaidade feminina, que convenceu para o resto dos tempos que atrás de um sapatinho delicado vinha sempre um príncipe encantado. Não importava o tamanho dos pés. As irmãs adotivas, a própria madrasta, as mulheres todas daquele reino fizeram de tudo para que seus pés, fossem do tamanho que fossem, viessem a caber no sapatinho anexado ao príncipe. Deu no que deu, todos sabemos. |
No entanto, o efeito Cinderela não acabou ali, no "felizes para sempre". Quantas vezes ouvimos no nosso consultório expressões de desagrado, por parte das senhoras e senhoritas, quando lhes recomendamos calçados mais largos na parte onde recebem os dedos; com saltos menos altos, para distribuir a carga do peso do corpo de maneira mais funcional por toda a planta do pé; com o número adequado ao pé, naqueles casos em que o segundo dedo é maior que o primeiro - o "dedão" (nas lojas todos palpam este para medir o comprimento do sapato novo). Quantas e quantas vezes... Só nós, cirurgiões do pé, é que sabemos. Pois persiste e resiste na "sociedade calçada", especialmente a feminina, a cultura, a moda, a vaidade, que é muito importante em tantas coisas (pelo amor de Deus), eu não tenho nada contra a vaidade), a lembrança, a memória da história da mocinha pobre, que por um momento mágico esteve com o seu príncipe nas mãos e só o recuperou para sempre por causa do seu sapatinho, pequenininho, delicadinho, mas que só servia no seu pezinho, que era do seu numerozinho e só não lhe fez nenhum calinho porque ela o usou só uma vezinha... Dr. Antonio Carlos
Flores dos Santos |
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7 * ANO 8 /NÚMERO 27 * Boletim da SBMCP |
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| Congresso
da IFFAS 12 a 14 de setembro São Francisco, Califórnia - EUA A Internacional Federation of Foot and Ankle Societies (IFFAS) convida a todos para participar de seu encontro científico trienal. O evento será realizado nas dependências do Hyatt Hotel, na Union Square, coração de São Francisco, considerada uma das melhores cidades do mundo para lazer e entretenimento pelas revistas Travel & Leisure e Condè nast Traveler. A coordenação científica do encontro está a cargo dos drs. Ronald W. Smith e Michel Coughlin, o que, por si só, já nos faz prever um programa atraente e atual. A SBMCP, através de sua diretoria social está organizando pacotes turísticos bastante convidativos, para que todos possam aproveitar essa oportunidade ímpar de atualização científica de primeira linha, em uma cidade de paisagem deslumbrante e recursos inesgotáveis para a satisfação do turista mais exigente. Contamos com você e com toda a sua família para fazer deste mais um congraçamento entre os amigos da medicina e cirurgia do pé. |
Julho 28 e 29 |
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Agosto
9 e 10 Poços de Caldas - MG Curso Oficial de Reciclagem e Atualização em Patologias do Pé e Tornozelo da SBMCP Informações: www.sbmcp.org.br 2003 Maio 1 a 4
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Boletim da SBMCP ANO 8 /NÚMERO 27 8
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