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| Uma publicação da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé * Filiado à International Federation of Foot and Ankle Societies (IFFAS) | |||||
Comunicado
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colegas do pé Já iniciamos a
contagem regressiva na presidência
Mauro Fuchs |
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FLAMECIPP |
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| Eta, congresso danado de "bão"
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Síndrome
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| Rupturas do tendão de Aquiles
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SBMCP: Alameda Lorena, 1304 -sl. 1108 |
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. | A Diretoria da SBMCP comunica a todos que as próximas eleições
serão realizadas em Belo Horizonte (MG), no dia 3 de novembro, sábado, durante o Dia da
Especialidade, no Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia. Em respeito ao artigo
46 do Estatuto da Sociedade, a inscrição de chapas completas para a próxima eleição
se encerrará às 17 horas do dia 18 de setembro de 2001. Mauro Fuchs
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Verônica Vianna |
1. Overtightening of the ankle syndesmosis: is it really possible? Paul Tornetta III, MD; Jeffrey E. Spoo, MD; Fletcher A. Reynolds, MD; Cassandra Lee, BS. The Journal of Bone and Joint Surgery, v. 83-A, n.4, abril 2001 Este trabalho questiona a necessidade de se manter o tornozelo em flexão dorsal máxima no momento da colocação do parafuso "transindesmal". Prova que não há diferença nos valores relativos à flexão dorsal máxima antes e depois da colocação de parafuso transindesmal, pela técnica de compressão interfragmentária, em cadáveres. Fica a pergunta... 2.
Reumatoid forefoot reconstruction. A long term follow-up study 3. Competence of deltoid ligament
in bimalleolar ankle fractures 4. Isolated subtalar arthrodesis |
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A Federação Latino-Americana de Medicina e
Cirurgia da Perna e do Pé (Flamecipp) realizará, no dia 6 de outubro de 2001, no NH
Columbia, Montevidéu, Uruguai, o Ateneo Flamecipp, como parte da V Jornada Rioplatense
del Pie, que será realizada no mesmo hotel, nos dias 5 e 6 de outubro de 2001. |
Informações na sede da SBMCP. |
Fernando Fonseca Presidente da FLAMECIPP |
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V JORNADA RIOPLATENSE DEL PIE Y ATENEO FLAMECIPP |
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| LOCAL | INSCRIÇÕES | |||||
| NH Columbia Rbta. De Gran Bretana, 473 Montevideo - CP 11000 site: www.nh-hoteles.com |
Médicos: sócios SOTU US$ 50,00 Sócios FLAMECIPP US$ 50,00 Não-sócios US$ 70,00 Residentes, pós graduandos e técnicos US$ 30,00 |
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| INFORMAÇÕES | ||||||
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Tel./Fax: 598-2 403-2203 / 403-3360 E-mail: msm@montevideo.com.uy Horário: 12h a 18h |
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| COMISSÃO CIENTÏFICA | COMISSÃO ORGANIZADORA | |||||
| Dra. Salva Ruiz Dr. Liber Mauro |
Dra. Nuri Schinca Dra. Solange Martinez Dra. Soledad Acerenza Dr. Carlo Mauro Dr. Alberto Pan Dr. Gonzalo Vázquez Dra. Alícia Lasalle Dr. Félix Medina Dra. Miriam Blanco Dr. Eduardo Curbelo |
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| PROGRAMA | ||||||
| 5 de outubro (sexta feira) 12h30 - 14h15 - Inscrições 14h30 - 15h30 - Mesa-redonda 15h30 - 16h30 - Temas livres 16h30 - 17h30 - Mesa-redonda: Tendinopatias 17h30 - 18h30 - Coffe break 18h30 - 19h30 - Mesa-redonda: Pé diabético 19h30 - 20h30 - Mesa- redonda:Fraturas 20h30 - 21h30 - Temas livres |
6 de outubro ( sábado) 08h30 - 09h00 - Mesa-redonda; Pé reumático 09h00 - 09h30 - Conferência: Imagenologia - lesões tendinosas ( Dr. Daniel Pereyra) 09h30 - 10h00 - Coffe Break 10h00 - 13h00 - Ateneo FLAMECIPP 13h15 - Almoço |
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| MAIORES INFORMAÇÕES | ||||||
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SBMCP - com Hui Li, das 9 às 16 hs Telefax: (11) 3028-2518 Tel: (11) 3082-6919 |
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3 * ANO 7 /NÚMERO 24 * Boletim da SBMCP * |
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O
ser humano deseja
Ricardo
Malaquias de Miranda
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Momentos como esses que passamos no Club Med nos
estimulam a, cada vez mais, chamar todos os colegas para participar. Quem não foi perdeu
mesmo! Concordo com o dr. Sérgio Vianna, que diz: "É nas conversas e brincadeiras
descontraídas que cada um se revela em sua plenitude" . Por trás daquela pessoa
austera, de semblante fechado ou de relacionamento difícil pode existir outra
completamente diferente, alegre, amorosa e até simpática! Nunca devemos fazer
pré-julgamento. No 10º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé tive maior
contato com um casal de Piracicaba - Saulo e Tereza - e descobri um tesouro, um tesouro de
simpatia, personalidade, cultura e lição de vida. Coloquei-os na minha lista de amigos
para sempre. Vi a tristeza da Eulália, nossa colega de Natal, ao perder a disputa
tentando levar o próximo congresso para sua terra. Gente, isso é amor! Nós,
brasileiros, somos hospitaleiros por natureza. Gostamos de receber! Um congresso, para
quem o faz, é só trabalho e responsabilidades. O que ganham com isso? Nada! Às vezes,
muitas críticas! Temos que valorizar estes convites, sejam de Natal, Vitória ou Gramado. |
Temos objetivos comuns: aprender, trocar conhecimentos, encontrar colegas, fofocar, falar do governo... Tem coisa melhor? Tem! Fazer novos amigos. Precisamos perder o medo do desconhecido, principalmente dos "chefes tribais" - eles não são caciques por acaso, e podem ser muito úteis, transmitindo suas experiências profissionais e de vida -, e nos sintonizar também com os jovens participantes. Entrosá-los! Eles são o futuro! Esta força nos empurra para frente. Quando nos sentamos nas mesas comunitárias para as refeições (vide Club Med), nossa tendência é manter o mesmo grupinho. Caso fiquem uma ou duas cadeiras vazias, colocamos rapidamente uma bolsa em cima, para não corrermos o risco de o lugar ser ocupado por algum "mala". Estamos perdendo a oportunidade de conhecer pessoas interessantes. Quem disse que não somos "malas" também? Todo desconhecido é, a priori, um "mala". O ser humano deseja, antes de tudo ser feliz! Conforme escreve filósofo Camus: "O único compromisso que considero importante é com o amor". Foi brilhante a idéia do presidente Mauro Fuchs de pedir, no início dos trabalhos, para não falarmos de eleições na SBMCP. Está muito cedo! Precisamos pensar, com calma, nos futuros candidatos. Analisar o que pretendem, qual a plataforma científica e social e onde um de nós se encaixa. Quem terá nosso perfil? O mundo é feito de trocas... A parte social do congresso permite que nos analisemos e vejamos quem somos. É onde não interpretamos nada, a não ser nosso colega Arnóbio, que, nas horas de lazer, vira mágico mesmo! Lembram do show que apresentou? E quando saía de mesa em mesa, "fazendo desaparecer" cigarros acesos, em sua campanha solidária contra o fumo? Perguntei o porquê de continuar mágico depois de ortopedista formado e com clínica! Ele respondeu: " A mágica é um caminho que abre portas e aumenta nosso relacionamento. O mundo está carente de ilusões e de sonhos". Não é uma grande aula que recebemos à beira da piscina? Na minha opinião, a parte social ganha longe da científica, porque seus momentos são únicos! Trabalhos, técnicas, tudo encontramos nos livros, publicações, ou nas fitas que foram gravadas durante o evento. O congresso não seria necessário! Quem comprou as fitas perdeu o melhor da festa! Parabenizo todos os organizadores, em especial o nosso querido Sérgio Vianna. Imagino o trabalho que tiveram! Dizem que, quando choramos, aproveitamos e choramos por vários motivos. Dr.Sérgio, em seu discurso, emocionou a todos. Uma parte de suas lágrimas era pelo dever cumprido e outra por soltar finalmente esta "batata quente" das mãos. |
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A síndrome compartimental do pé pode ser definida como uma entidade
clínica que resulta do aumento da pressão intersticial em um compartimento miofascial.
Este aumento de pressão compromete a circulação e a viabilidade das estruturas internas
do compartimento, produzindo lesão irreversível das fibras musculares. Os distúrbios da
sensibilidade, o edema crônico, a síndrome do túnel do tarso e a contratura em garra
rígida dos artelhos constituem-se nas principais sequelas associadas com a síndrome
compartimental do pé. Para entendermos a síndrome compartimental do pé é necessário o
conhecimento anatômico relativo aos compartimentos do pé. Vários estudos recentes
definiram sua anatomia. Ao todo existem quatro compartimentos distintos: medial,
interósseo, central e lateral. Separando cada um destes compartimentos existe uma camada
de fáscia. Cada compartimento contém seu próprio grupo muscular e feixe vasculonervoso.
Dentro do compartimento medial estão presentes os músculos abdutor e flexor curto do
hálux e o tendão do músculo flexor longo do hálux; no compartimento interósseo
localizam-se os músculos interósseos, os arcos arteriais plantares e os nervos digitais;
o compartimento central contém os músculos lumbricais, quadrado plantar, flexor curto
dos dedos e adutor do hálux, além dos tendões do músculo flexor longo dos dedos; e o
compartimento lateral contém os músculos flexor curto, abdutor e oponente do quinto
dedo. |
Alterações parestésicas descritas como formigamento e perda da
capacidade de discriminação entre dois pontos ocorrem mais tardiamente. |
As lesões
Ricardo Cardenuto Ferreira
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| 5 * ANO 7 /NÚMERO 24 * Boletim da SBMCP * | |||||
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Nas rupturas crônicas
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A consulta ao vasto material publicado sobre o assunto comprova a
existência de aspectos polêmicos, sobretudo em relação ao tratamento. A prática
diária mostra, com certa frequência, casos em que o diagnóstico não é estabelecido no
primeiro atendimento. No campo do tratamento, a escolha envolve a análise crítica de
múltiplas variáveis. Sendo o mais espesso e resistente do corpo humano, o tendão de
Aquiles é formado pela junção das porções tendíneas do gastrocnêmio e do solear.
Durante a marcha, assume papel relevante no desprendimento do pé. As fibras, no interior
do tendão, no seu trajeto da origem à inserção, fazem um movimento de rotação
medial, em espiral, que se inicia 12 a 15cm próximo à inserção tendinosa e atinge seu
máximo entre 2 a 5cm da mesma, e, como consequência, as fibras posteriores se tornam
laterais e as anteriores, mediais. Fica, então, estabelecida uma região de fragilidade
mecânica. Tem sido descrita, ainda, uma região de hipovascularização na porção
média do tendão. Arndt et al. mostraram que o tendão de Aquiles pode estar sujeito a
estresses não-uniformes por modificações nas contribuições de cada componente
muscular. Uma lesão pode ser decorrente da diferença de força exercida por cada
constituinte muscular, através de contração assincrônica das unidades do tríceps ou
por contração agonista-antagonista não-coordenada, devida ao comprometimento da
transmissão do estímulo sensitivo periférico. A ruptura do tendão de Aquiles é mais
freqüente no sexo masculino e no lado esquerdo. O paciente típico é um homem entre a
terceira e quarta décadas, trabalhador sedentário, que pratica esportes ocasionalmente.
As rupturas "espontâneas" têm sido relacionadas a diversas causas: condições
inflamatórias e auto-imunes; anormalidades do colágeno geneticamente determinadas;
doenças infecciosas; fluoroquinolonas. O fluxo sangüíneo no tendão diminui com a
idade, e alguns autores acreditam que se estabelece área avascular propensa à ruptura.
McMaster acreditava que o tendão de Aquiles normal não era passível de ruptura. Barfred
demonstrou que, como no experimento de McMaster, se a tração é exercida
longitudinalmente, o riso de ruptura é distribuído de forma igual para todas as partes
do complexo músculo-tendão-osso. Quando a tração se exercia obliquamente, o risco de
ruptura se concentrava no tendão. O diagnóstico é eminentemente clínico. Há história
de trauma que é referido como se o paciente tivesse sido atingido por uma
"pedra" ou um "chute" na face posterior da perna. Isto acontece por
uma sobrecarga com o pé e o tornozelo em flexão dorsal, o joelho estendido e o solear
contraído. Mais importante do que a dor, na fase aguda, muitas vezes é a incapacidade de
continuar correndo. Nas rupturas crônicas existe dificuldade sobretudo para subir e
descer escadas, pular e correr. Claudicação também pode estar presente. Ao exame
físico, verifica-se incapacidade para manter o apoio monopodálico na ponta do pé. Há
diminuição da força de flexão plantar, mas não há impossibilidade de realizá-la, o
que é feito utilizando-se o flexor longo dos dedos, o flexor longo do hálux e o fibular
longo. No exame físico, a manobra clássica é o teste de Thompson, descrito por Thompson
e Doherty, em 1962. Com os joelhos fletidos a 90º, apoiados numa cadeira ou mesa, e os
pés livres, faz-se a compressão da panturrilha, o que, normalmente, provoca a flexão
plantar passiva do pé. No teste positivo, a flexão plantar não ocorre em função da
solução de continuidade do tendão. Devemos lembrar, entretanto, que, nas rupturas
crônicas, o teste pode ser negativo, pois, apesar de o tendão estar alongado, há uma
ponte cicatricial unindo os cotos tendinosos. Nesta situação o arco de movimento do pé
do lado acometido pode ser menor do que o contralateral. Exames complementares como a
ultra-sonografia e a ressonância magnética constituem-se num refinamento de
diagnóstico. Podem também ter importante significado sob o ponto de vista médico-legal.
A opção por tratamento conservador ou cirúrgico constitui matéria polêmica. Aqueles
que preferem o tratamento cirúrgico chamam a si um menor percentual de re-rupturas. Os
que se inclinam pelo tratamento conservador o fazem pensando nos riscos e complicações
do tratamento operatório. Em trabalho de revisão da literatura, abrangendo 609 pacientes
tratados cirurgicamente e 208 conservadoramente, Kellam et al. encontraram taxa de
re-ruptura de 1% para os pacientes operados e 18% para os tratados conservadoramente.
Carden et al., estudando 103 pacientes com ruptura do tendão de Aquiles, mostraram que o
tratamento conservador tem resultados comparáveis aos do tratamento cirúrgico quando
instituído dentro das primeiras 48 horas após a lesão. Os pacientes foram divididos em
3 grupos, sendo um aquele em que o tratamento conservador se iniciou nas primeiras 48
horas após a lesão, outro onde o tratamento conservador teve início tardiamente e um
terceiro grupo tratado cirurgicamente. Nenhum dos pacientes cujo tratamento conservador se
iniciou precocemente apresentou re-ruptura. O tratamento conservador preconizado foi o de
imobolização em bota gessada com eqüino gravitacional por quatro semanas, seguindo-se
imobilização em bota gessada com o pé em posição neutra por mais quatro semanas, com
carga progressiva. |
conservador está muitas vezes relacionado com período de imobilização
insuficiente e retorno precoce às atividades físicas. Condições clínicas específicas
que aumentem os riscos do tratamento cirúrgico podem condicionar a opção pelo
tratamento conservador. Ma e Griffith descreveram um método de reparo percutâneo para
tratamento das lesões do tendão de Aquiles que funciona como alternativa entre o
tratamento conservador e a reconstrução cirúrgica aberta. |
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Sérgio Vianna Verônica Vianna |
Referências 1. ARNDT, A.N. et al. Individual muscle contribuition to the in vivo Achilles tendon force. Clin. Biomech., 13: 532-41, 1998 2. CARR, A.J. & NORRIS, S.H. The blood suplly of the calcaneal tendon. J. Bone Joint Surg., 71 B: 100-1, 1998 3.CARDEN, D.G. et al. Rupture of the calcaneal tendon: the early and the late manangement. J Bone and Joint Surg., 69-B(3):416-20, 1987 4. KRACKOW, K.A.; THOMAS, S.C.; JONES, L.C. A new stitch for ligament-tendon fixation. J. BoneJoint Surg., 68-A(5), 1986 5. MAFFULLI, N. Current concepts review: rupture of the Achilles tendon. J. Bone and Joint Surg., 81-A; 1019-36, 1999 6. MANDELBAUM, B.R.; MYERSON, M.S.; FOSTER, R. Achilles tendon ruptures: a new method of repair, early range of motion, and functional rehabilitation. Am. J. Med., 23: 392, 1995 7. SOLVEBORN, S.A.. & MOBERG, A. Immediate free ankle motion after surgical repair of acute Achilles tendon ruptures. Am J. Sport Med., 23:607-10, 1994 8. VIANNA, V. & VIANNA S. Ruptura crônica do tendão-de-aquiles: reparo com tendão flexor longo do hálux. Rev. Bras. Ortop., 31 (7), 1996 9. WAPNER, K.L. et al. Reconstruction of neglected Achilles tendon injury. Orthop. Clin. North America, 26: 249-63, 1995. |
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| outubro
5 e 6 Montevideo ( Uruguai) V Jornada Rioplatense del Pie outubro/novembro
31 a 3 |
novembro
15 a 17 Madri ( Espanha) Congresso de Pé e Tornozelo, combinado
setembro/ 2002 12 a
14 |
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| Boletim da SBMCP ANO 7 /NÚMERO 24 8 |
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