| Uma publicação da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé * Filiado à International Federation of Foot and Ankle Societies (IFFAS) | |||||
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Caros colegas e amigos |
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ortopedistas |
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| apaixonados pelas patologias do pé, | |||||
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Estamos atravessando um período de calmaria em nossa Sociedade. O planejamento feito antes de assumirmos o cargo de presidente está, aos poucos, se concretizando através do trabalho incansável de todos os membros dessa diretoria. Reestruturamos
o nosso Boletim através de um modelo gráfico mais moderno e atraente, mantendo o
esqueleto tradicional. Implantamos nosso site na Internet que, entre outros
serviços, lista os membros de nossa Sociedade no estado onde atuam.
Mauro Luiz Fuchs
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SBMCP: Alameda Lorena, 1304 -sl. 1108 |
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Antônio Carlos Flores dos
Santos |
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A artroplastia total do tornozelo deve ser objeto de estudo dos cirurgiões de pé e tornozelo
Verônica Vianna |
1 Result of arthrodesis of the hallux metatarsophalangeal joint using bone graft for restoration of lenhgth Mark S. Myerson; Lew C. Schon; Francis X. McGuigan * Ali Oznur Foot and Ankle International, vol. 21, n.4, abril 2000 As cirurgias de revisão pós-cirurgias para correção de hálux valgo são cada vez mais comuns, nem tanto como falência de uma artroplastia com implante-cirurgia pouco frequente em nosso meio -, mas como resultado de osteotomias metatarsais distais mal sucedidads, necrose da cabeça do metatarsiano ou artroplastias de ressecção que evoluiram com deformidade e metatarsalgia de sobrecarga. O artigo relata a experiência dos autores com a artrodese MF utilizando enxerto ósseo para restauração do comprimento do metatarsiano e sua consequente função. |
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| 2 Kinematics of a total arthroplasty of the ankle: comparasion to normal James D. Michelson; Guy R. Schimidt & Mark S. Mizel Foot and Ankle International, vol. 21, n.4, abril 2000 O trabalho busca explicação para a falência relativamente precoce das artroplastias de tornozelo através do estudo da cinemática de uma protése total de tornozelo comparada a de um tornozelo normal, em cadáveres. Tema em destaque no último Congresso da Academia Americana (AAOS), em Orlando, e aparecendo com maior frequência nas revistas especializadas, a artroplastia total do tornozelo é uma realidade cada vez mais próxima e deve ser objeto de estudo dos cirurgiões de pé e tornozelo.
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Agenda
do Volume Brasileiro da Foot & Ankle
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Caio Nery |
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| 3 ANO 6 /NÚMERO 19 Boletim da SBMCP | ||||||||||||||||||
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Foram três dias de atividades compactas, onde se recebeu um alto fluxo de informação especializada |
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| Caio
Nery Vice-presidente da SBMCP |
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Boletim da SBMCP ANO 6 /NÚMERO 19 4
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Secretaria * Não deixe de atualizar seu
cadastro na secretaria da Sociedade
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1° Curso sobre o
Pé Nelson Astur |
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Com grande satisfação, comunico que os
preparativos para o primeiro Curso sobre o Pé Insensível - O Pé Diabético
-Prevenção, Clínica, Cirurgia e Amputações estão indo de "vento em popa".
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da Loyola University Medical School de Chicago. |
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| Metatarsalgias: marco conceptual fisiopatogénico |
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Introducción: Las metatarsalgias son la expresión dolorosa de un
conjunto multiforme de patologías que asientam en el antepié, con diferentes etiologías, interpretaciones fisiopatogénicas y tratamientos |
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Néstor Horacio Natiello |
1. La formula metatarsal es la relación de longitud anatómica real entre los metatarsianos. Lelievre (3) ha descipto tres tipos de pie en función de esta relación: Index
Plus Minus (28%) (1=2 3>4 >5) 2. La incidencia metatarsal: es el ángulo formado por los metatarsianos con el plano de apoyo, en vista lateral o de perfil. cada metatarsiano "llega" al suelo con una inclinación fisiológica distinta; el primero de 18 a 25 grados, el segundo de 15, el tercero de 10, el cuarto de 8 y el quinto metatarsiano de 5 grados. El promedio es de 12,5o. Existe una relación entre ángulo de incidencia y descarga del peso del cuerpo decripta por Lelievre (3) según la cual a mayor ángulo mayor descarga, de acuerdo con el modelo del paralelogramo de las fuerzas y las leyes físicas de descomposición de vectores. 3. El apoyo cefalometatarsal: ha sido motivo de controversia (3,4,5). No existe un arco anterior durante el apoyo bipodálico pues apoyan todas las cabezas.Sin embargo no tods las cabezas descargan el mismo peso. Tanbién Lelievre (3) describió un canon "normal" de la distribuición del peso en cada metatarsiano: 2-1-1-1-1. Si en la bipedestación la mayor decarga se ocurre por el cuarto (9,10) en la marcha, que es la forma habitual de uso del pie, la mayor descarga se hace por el primero (3) ya que es el único que en algún momento del paso apoya sólo. 4. La mobilidad dorsoplantar: depende de la movilidad en las articulaciones basales de los metatarsianos (cunometatarsales y cubo metatarsales) y se expresa en la mayor o menor "elevación" a la que puede llegar un metatarsiano solicitado por el apoyo. Esto es lo que Jesús martorell martorell (7) llama alineación frontal en carga. Son también clásicas las descripciones de la movilidad dorsoplantar normal (6,8,10). Todas coinciden en adjudicar al I y V metatarsianos la mayor movilidad, y al II la menor. Sin embargo Pisani (9) ha demostrado que el metatarsiano con menor capacidad |
Fisopatologia del apoyo
anterior La alteración de uno o más de ellos generará un desequilibrio de esa normalidad, hsbitualmente en el sentido de una sobrecarga que se expresará por una metatarsalgia. Se trata de metatarsalgias biomecánicas por sobrecarga o de apoyo. El mecanismo de estas metatarsalgias responde a la sobrecarga directa de los metatarsianos o a la sobrecarga indirecta por insuficiencia de otros, sea por acotamiento de unos, fijeza de otros, aumento o disminución de su incidencia ode su apoyo. Un esclarecedor elemento
nuevo La baropodometria
electrónica computarizada (2) ha permitido el análisis dinámico de la
marcha y el apoyo. esto permitió medir la velocidad del paso y del tiempo
durate el cuál un determinado segmento o área de la planta (vgr.:
cabezas metatarsales) apoya en el suelo y descarga peso. |
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Boletim da SBMCP ANO 6 /NÚMERO 19 6
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Marco Antônio Guedes |
Pacientes com cotos de amputação inadequados, com pouca ou nenhuma chance de obter
sucesso na protetização, não seriam encaminhados a um serviço de reabilitação protética
caso os cirurgiões responsáveis pela cirurgia tivessem conhecimento de todo o processo
que envolve a reabilitação do paciente amputado e soubessem como uma prótese é adaptada a um coto de amputação. Com certeza, muitos destes cotos inadequados
sequer seriam criados, pois o conhecimento do processo de reabilitação impediria os cirurgiões de cometer tais imperícias. |
Esta exigência torna
necessária a criação de um território comum de conhecimento que permita a
comunicação entre diferentes profissionais. Cada um aprende um pouco do trabalho dos outros e o paciente é o grande beneficiado. |
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setembro 28 e 29 2nd Foot and Ankle International
Coarse
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outubro 6 a 7 1‘ Curso do Pé Insensível - Pé Diabético Auditório da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia - São Paulo novembro
1 a
5 2 a 5 2001/abril
18 a 21
X
Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé - Club Med -
Village Rio das Pedras, Mangaratiba - RJ
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Boletim da SBMCP ANO 6 /NÚMERO 19 8
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