Sociedade Brasileira |
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Filiada ao Colégio
Internacional de Medicina
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| ANO 5 | NÚMERO 16 |
SETEMBRO DE 1999 |
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Editorial
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boletim Editorial
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sugestões de leitura
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Involvement
of the Foot and Ankle in Patients with Gaucher Disease Onze de 48 crianças com Doença de Gaucher tipo I apresentaram comprometimento dos pés e tornozelos, surgindo pela primeira vez na adolescência. O seguimento foi de três a 27 anos (média 10 anos). Os AA. revisaram as histórias clínicas e radiografias. Os pacientes apresentaram quatro tipos de quadros dolorosos: seis (com sete episódios de dor) reclamaram de dor surda, classificada como não específica; sete (11 episódios) tiveram dor forte devido a agudização; dois (dois episódios de dor) tiveram dor moderada progressiva devido a fraturas patológicas, e um paciente apresentou tornozelos dolorosos e edemaciados devido a artrose. Os achados clínicos e laboratoriais numa agudização são semelhantes a osteomielite aguda. Já se descreveram pacientes sendo submetidos a drenagem cirúrgica por erro diagnóstico. A Ressonância Nuclear Magnética é muito útil no diagnóstico diferencial. Nos pacientes dos AA., observou-se hemorragia intramedular e subperiostal subaguda, como se descreve na fase inicial de osteonecrose. A cintilografia óssea, no início da crise óssea, mostra áreas com menor captação. Segundo os AA., todos os pacientes com dor óssea devem receber tratamento enzimático para prevenir complicações esqueléticas. Intermediate
to Long-term Follow-up of Medial-approach Dorsal Cheilectomy for Hallux
Rigidus A queilectomia dorsal da primeira articulação metatarsofalângica por via de acesso medial pode levar a alívio evidente de dor e melhorar a função do hálux rígido leve para moderado, apesar de quadro artrítico progressivo e/ou perda de mobilidade. Estudaram-se 57 pacientes (75 pés) que tiveram insucesso com tratamento conservador. Fez-se a ressecção da superfície articular dorsal da cabeça do primeiro metatarsal e dos osteofitos dorsais através de via medial, que também permitiu a liberação capsular plantar e remoção de osteofitos laterais. O seguimento foi por três anos (média 63 meses). A dorsiflexão média melhorou de 19º para 39º e a excursão média de 34º para 64º. Radiologicamente, no pré-operatório, havia 17 pés com grau I, 39 com grau II e 12 pés com grau III de degeneração articular. No seguimento, observou-se que havia 17 pés com grau I, 26 grau II e 40 grau III. Trinta e dois pés pioraram um grau, 6 pioraram dois graus e 28 pés não apresentaram alteração de grau (12 dos 28 eram grau III pré-operatoriamente). Um esporão dorsal recidivou em 21 pés, nove dos quais sintomáticos. Houve duas infecções superficiais e quatro parestesias transitórias do hálux que se resolveram sem seqüelas. Results
After Cheilectomy in Athletes with Hallux Rigidus Vinte
atletas (22 pés) foram submetidos a queilectomia por hálux rígido graus
I e II de Regnauld. A idade média foi de 31 anos (sexo masculino 10 e
feminino 12) com um acompanhamento médio de 5,1 anos. Todos os pacientes
faziam esportes de alto desempenho (judô, atletismo, futebol e esqui). As
indicações para cirurgia foram: insucesso com tratamento conservador,
com dor persistente durante atividades esportivas, problemas no uso de calçados
e bursite recidivante. A finalidade do estudo foi para se avaliar os
resultados clínica, radiológica e objetivamente, usando mensurações
pododinográficas estáticas. Após uma média de 5 anos, pôde-se
demonstrar que a queilectomia foi um método de tratamento confiável em
atletas com hálux rígido graus I e II. Funcionalmente, houve 14
resultados excelentes, sete bons e um resultado regular. Observou-se uma
progressão radiológica em sete de 13 pacientes, com seguimento acima de
4 anos. Os achados pododinográficos mostraram alterações moderadas, porém
significativas, na pressão máxima sob a cabeça do primeiro metatarsal,
hálux e no centro da distribuição pressórica sob o antepé
Walter
Whitton Harris |
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notícias |
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Sucesso dos ortoPÉdistas no 12º Congresso Mineiro |
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Após a criação do “Clube do Pé” em Belo Horizonte, muita coisa mudou no interior desta Minas Gerais. Além dos interesses comuns no estudo das patologias do pé, nosso grupo se conheceu melhor e nos tornamos bons amigos. Posso afirmar com toda convicção que não existe estrelismo e predomina um grande respeito mútuo. Pode-se dizer que formamos uma equipe unida. Antes do “Clube do Pé” - criado em maio de 1998 - os colegas “podologistas” e “podófilos” (êta nomezinho feio!), quase não se conheciam e mal se cumprimentavam, quando de um evento qualquer. Agora, pelo contrário, temos necessidade de reunirmos para trocar experiências, discutir trabalhos, sanar dúvidas e muito, muito a dizer!!! Vejam o que aconteceu no último congresso mineiro de ortopedia, realizado em julho deste ano: Já o começamos com um dos nossos participando da comissão científica (Dr. Wagner Vieira da Fonseca) com a finalidade precípua de “entrarmos de sola neste congresso”! O resultado foi: 3 mesas redondas (tempo de 180 minutos); 1 curso de patologia do pé (tempo de 60 minutos); 3 sessões de temas livres (tempo de 360 minutos). |
As apresentações de patologias do pé, pasmem, foram de 600 minutos, ou seja, 10 horas! Trinta e nove ortopedistas
mineiros estiveram envolvidos nestas aulas. Ricardo M. de Miranda
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Conselho Federal de Medicina |
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O Conselho Federal de Medicina (CFM) convida membros, professores e pesquisadores dessa entidade para enviar artigos sobre questões científicas do campo da Sociedade., nos moldes dos publicados no Jornal MEDICINA do CFM. Os artigos deverão ser enviados aos cuidados do Conselho Científico do referido Jornal, para avaliação por parte do mesmo e posterior publicação, com as seguintes especificações: |
disquete contendo artigo
com 80 linhas para uma página e 160 linhas para duas páginas, 105 toques
por tinha, corpo 12, espaço simples, folha A4 e Word para Windows. Enviar
anexo uma foto colorida que não seja 3 x4. Endereço: SGAS 915 Lote 72 -
CEP: 70390-150
Brasília
-
DF. Tel. (0xx61) 346-9800
/
Fax (0xx61) 346-0231 / Site
http://www.cfm.org.br |
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notícias |
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Cinquentenário de Fundação do Hospital Anchieta (1949-1999) |
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Nos
dia 3 e 4 de dezembro, o Hospital Anchieta fará realizar a XXII Jornada
dos Ex-estagiários, e haverá uma programação especial para comemorar o
50º aniversário de sua fundação. |
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A partir de 1958, o hospital passou a ser padrão na especialidade,
tratando-se de instituição particular e dedicado exclusivamente ao
atendimento de pacientes portadores de traumas e afecções ortopédicas
do aparelho locomotor. Nestes últimos três anos, iniciou amplo plano de
reformas para melhoria das atuais instalações.Na comemoração do seu cinqüentenário, estão previstas a vinda de
conferencista estrangeiro e programação científica, com conferências,
mesas redondas tradicional e moderna e temas livres. Manlio
Napoli |
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Comitê de Medicina e Cirurgia do Pé Espírito Santo A
Cooperativa de Ortopedia e Traumatologia do Espírito Santo, em conjunto com a
Regional da SBOT, criou comitês de especialidades. O nosso comitê
encontra-se devidamente estruturado, promovendo reuniões mensais e atividades
científicas, com propostas de atualização e união dos colegas que se
dedicam à Cirurgia do Pé. Pretendemos viabilizar publicações científicas,
ampliar nossa participação em eventos e aumentar o intercâmbio com os
colegas da especialidade. Roberto Casoti Lóra |
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Diploma de Sócio Titular Quem estiver interessado em obter seu Diploma de Sócio Titular, entrar em contato com a secretária da Sociedade, Srta. Hui Li. Telefax
(0xx11) 282-2518 O custo do diploma é de R$50,00, mais o valor do Sedex para a sua cidade. Verificar o valor e o procedimento referente ao depósito com a secretária. |
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seção
livre |
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Pressão de Dessangramento e Garroteamento dos Membros Inferiores: Cuidado!
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O dessangramento e garroteamento dos membros inferiores é um procedimento de rotina nas cirurgias do pé. A pressão necessária e suficiente para a cirurgia proposta pode ser calculada com base na Pressão de Oclusão, que é a pressão necessária para interromper o pulso pedioso. Ela pode ser calculada pela expressão matemática: Po
= (Ps - Pd). C x
Pd Po
= Pressão de Oclusão> A Pressão de Garroteamento deve ser superior à de Oclusão porque esta, como a pressão arterial sistólica, pode sofrer consideráveis flutuações intraoperatórias. Contudo, uma pressão exageradamente elevada é indesejável e favorece lesões teciduais anatômicas e/ou funcionais. Uma pressão aquém da desejada pode elevar a pressão venosa de 5 a 7 mmHg (congestão venosa e hemorragia petequial). De forma empírica, a pressão para membro inferior pode ser de 250 a 350 mmHg. Baseado na pressão sistólica, a Pressão de Garroteamento deve ser acrescida de 100 a 150 mmHg, ou dobrar o valor da pressão arterial sistólica. Existem outras fórmulas matemáticas para determinar o valor exato da pressão de garroteamento, mas elas são complicadas e difíceis de serem aplicadas na prática. Com relação à faixa de Esmarch, a experiência clínica indicará como agir, mas |
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um
conceito de muita importância é o de que cada volta superposta da faixa
tem efeito aditivo; quatro ou cinco voltas são, em geral, suficientes
para o que se pretende. Outros fatos bem estabelecidos: 1) a pressão
tecidual exata dificilmente será corretamente avaliada, embora se julgue
a tensão aplicada na faixa; 2) tensões de aproximadamente 50 N (atingida
com um mínimo de estiramento), 125 N (obtida com aplicação rotineira de
equipamento) ou 175 N (próxima do limite de tensão das faixas) podem ser
conseguidas com faixas de Esmarch de boa qualidade e com 8 cm de largura;
3) o ápice da pressão subcutânea depende diretamente da tensão
aplicadas à faixa elástica e do número de voltas executadas podendo, em
caso de mau uso, ultrapassar 1000 mmHg; 4) a pressão tecidual sob o
torniquete, no ponto médio da largura deste, aumenta com a profundidade
dos tecidos moles; 5) há uma concentração de pressão nos tecidos
profundos, que chega a superar a pressão subcutânea máxima; nas margens
do torniquete esta é menor; 6) os planos faciais não produzem efeitos de
concentração ou proteção na distribuição da pressão; os tecidos
moles dessangrados comportam-se como um sólido homogêneo; 7) a região
que mantém pressão acima de 95% da pressão subcutânea máxima é mais
ampla que com torniquete pneumático. Jorge Watanabe
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seção livre |
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Dr. Donald E. Baxter envia carta à Sociedade Basileira de Medicina e Cirurgia do Pé |
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Prezados Colegas Cirurgiões do Pé e Tornozelo: Quero
agradecer a todos a oportunidade de visitar o Brasil e apresentar conferências
no Congresso da sua Sociedade. Tive uma viagem maravilhosa. Aproveitei muito
minha visita a São Paulo, quando freqüentei muitas festas e restaurantes.
Em especial, gostei muito da minha visita ao Salvador, onde fui recepcionado
por Dr. Gildásio Daltro. Dr. Antonio Egydio de Carvalho foi comigo para
garantir que não me envolvesse em nenhuma confusão. Ele atuou como minha
escolta.
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Hipercolesterolemia familiar |
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Na
revista Foot & Ankle International de maio de 1999 (vol. 20, nº5)
apresentou-se um artigo – relato de caso – sobre um paciente com 45
anos com xantoma no tendão de Aquiles bilateral, como primeiro sinal clínico
da Hipercolesterolemia Familiar (HF). Os autores fizeram uma revisão da
literatura e salientaram a importância de os cirurgiões ortopédicos se
familiarizarem com esta doença. Antônio Carlos Flores dos Santos
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Disfunção do Tendão Tibial Posterior |
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O
termo Disfunção do Tendão Tibial Posterior (DTTP) está ocasionando
algumas interpretações indevidas. Parece-me oportuno discutir algumas
eventualidades. Durante o XI Congresso Sul Brasileiro de Ortopedia e
Traumatologia (Foz do Iguaçú, 1999), este tema esteve em debate e
algumas dúvidas pairaram sobre a terminologia da DTTP. Mauro Luiz Fuchs |
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seção livre |
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Cavo medial de antepie (hiperapoyo de la cabeza del 1o metatarsiano) |
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La
asociación de una paresia o parálisis dei tibial anterior (TA), y el
flexor corto dei hailux (FCH), con una función normal dei peroneo lateral
largo (PLL) y del extensor largo del hallux (ELH), produce una disfunción
en toda Ia columna interna del pie, resultando en un primer metatarsiano
en flexión plantar, Ia primera falange del hallux hiperextendida y una
interfalángica flexa.
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2) Si
los cartílagos de crecimiento están cerrados y Ia deformidad es
reductible, hacemos Ia artrodesis interfalángica en lugar de Ia tenodesis; Bibliografia: A.
Macklin Vadell,
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Nosso Amigo Turco.
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A
Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé, inicialmente com a
denominação de Sociedade Brasileira de Podologia, fui fundada em 12 de
dezembro de 1975. Em maio da ano seguinte, realizou-se a I Jornada, na
cidade de São José dos Campos. O convidado estrangeiro foi o Prof.
Alfredo Kohn Tebner, colega argentino a quem a Sociedade Brasileira muito
deve pela sua fundação. |
SICOT
em Kyoto (1978), no Congresso da CIP em Viena (1984), nos Cursos de Afecções
do Pé de Viladot, em Barcelona e, também, nos Congressos e Jornadas
Nacionais. Manlio Napoli |
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XX Congresso do C.I.P. |
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A
Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé organizou um pacote de
viagem com o intuito de tornar acessível a todos os interessados, a
participação do XX Congresso do C.I.P. em Kyoto, Japão, 13 a 16 de
outubro de 1999. |
ocasião
haverá a eleição da primeira Diretoria, assim como a escolha das
cidades para os próximos Eventos. Informações: |
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5 |
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como
eu trato |
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Neuropatia de Charcot no Pé Diabético
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O
diabetes é uma doença típica do mundo moderno, cuja incidência vem
aumentando nos últimos anos. Isto se deve, principalmente, às mudanças
nos hábitos de vida impostas pela sociedade de consumo em que vivemos. O
estresse decorrente da vida agitada nas cidades grandes leva a maus hábitos
alimentares. As dietas ricas em carboidratos e ácidos graxos ("fast
food") e pobres em fibras vegetais contribuem diretamente para a
instalação da doença. |
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na
tentativa de eliminar áreas de hiperpressão e ulceração recorrente que
não respondem ao tratamento incruento. Rícardo Cardenuto Ferreira
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seção cultural |
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ComPÉsiçao sem PÉ nem Cabeça (dos metatarsianos) |
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ResPÉitados Colegas: PÉço
PÉrdão PÉIas linhas abaixo, porque todos nós desta Sociedade somos
susPÉitos para falar dos PÉs. é imPÉssível não gostar deles. PÉrmitem
que se PÉgue um ônibus, um PÉugeot, ou mesmo um PÉ-de-boi, para irmos
PÉdir a Ele PÉIos nossos PÉcientes e PÉssoas que amamos. São com eles
que PÉlé se consagrou, o PÉdestrianismo é praticado e até PÉIota
basca se PÉleja. Se cair ou troPÉçar, podemos lesar o PÉroneo, a PÉritalar
e a PÉ vamos ficar. Abrão Aitman |
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eleições |
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CONVOCAÇÃO |
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A
Diretoria da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé será
renovada por voto direto e secreto de todos os Membros Titulares e
Associados com mais de um ano de filiação e quites com a Tesouraria, e
ainda os Membros Eméritos. Antonio Egydio de Carvalho Jr.
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anote em sua agenda |
| Calendários
das Reuniões de Diretoria para 1999
· setembro dia 10 (sexta-feira) · outubro dia 8
(sexta-feira)
· Setembro/99 Outubro/99 Dezembro/99 SETEMBRO - 2000
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tesouraria
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Aos sócios que pagaram a anuidade de 1999 (valor de R$175,00) e não receberam o recibo, pedimos que entrem em contato com a SBMCP munidos do comprovante de depósito para envio de uma cópia do mesmo por fax, através do telefax (0xx11) 282-2518. Informações pelo tel. 282-6919. Nelson Astur Filho |