Sociedade Brasileira
de
Medicina e Cirurgia do  Pé
SBMCP

 

Filiada ao Colégio Internacional de Medicina                 
e Cirurgia do Pé                  
Alameda Lorena, 1304 - sala 1108 - CEP 01424-001 - São Paulo - SP - Brasil                 
Tel. (0xx11) 3082-6919 /Telefax (0xx11) 3082-2518                 
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   ANO 5

NÚMERO 14

         MARÇO DE 1999

  

Editorial

O Cajueiro de Natal: aberração!?...

Majoritariamente, se nos for solicitado desenho primário de uma árvore, nosso rabisco constaria da raiz, do tronco único, esguio e alto, e das poucas ramagens no topo: algo parecido com uma araucária.A imagem transportada evidencia que a base é a Medicina, sustentáculo do todo acima; a Ortopedia, o que se destaca, circuito da seiva ao cume; a Patologia do Pé, um dos ramos, no “extremo”!
Impossível maior ramificação! Riscos haveria de pender e até de não se sustentar! Desta forma, subdividir a Patologia do Pé nas faixas etárias, nos grupos de patologias específicas e, com exagero, nas regiões do pé é radicalmente um absurdo!O fim máximo são os pacientes!
Não seria perplexo exigir dos nossos “objetivos” que dispusessem do conhecimento de que tal cirurgião do pé só assiste o pé infantil? Ou ainda que outro é especialista no antepé?...
Se a opção, válida, de concentrar nossa atuação no mais longínquo segmento é discutível, mais ainda seria o esquartejamento do pé! É preciso, pois, conhecermos e tratarmos o nobre pé, desde sua formação, diversas fases do desenvolvimento, maturidade e ocaso.Não deverá ser preferível alguma afecção entre todas as que acometem o pé! Limitar-se somente à aplicação de técnicas especiais e modernas, recém incorporadas ao arsenal terapêutico, é, também, um afunilamento!
Por essas razões, embora atração turística em Natal-RN, o enorme cajueiro, rasteiro, esparramado, espraiado por área recorde, portador de exuberante ramagem, da qual não se distingue o tronco, tem frutos decaídos que não vingam!

PS: A Comissão Científica do IX Congresso agiu acertadamente na elaboração de um programa científico de alto nível e abrangente!

Antonio Egydio de Carvalho Jr.
Presidente

                       boletim               

   Editorial                                          1
   Antônio Egydio de Carvalho Jr.
   Sugestões de Leitura                     2
  Antonio Francisco Ruaro
  Tulio Diniz Fernandes
  Walter Whitton Harris
  
Tesouraria                                       2
  
Nelson Astur Filho
  
Diretoria Científica                         3
  
Novos Critérios de Seleção de
  Trabalhos Científicos para Publicação 

  Caio Nery
 
  
Como eu Trato                                 3
  Pé Torto Congênito Inveterado e 
  Recidivado

  Ricardo Cardenuto Ferreira
  
Novo telefone da SBMCP             3
  Notícias                                           4
 
Regional Nordeste da SBMCP
 
Gildásio Daltro
  Minas Gerais
  Ricardo Malaquias de Miranda
  Comitê de Cirurgia do Pé e Tornozelo
  Rio Grande do Sul
 
Antonio Carlos Flores dos Santos
  Homenagem ao Velho Amigo do Brasil
  Sérgio Bruschini
 
Seção Livre                                  5/7
  A Escolha
  Antonio Augusto Couto de Magalhães
  Reflexões sobre o Tratamento do 
  Hálux Valgo

  Sérgio Vianna
  Cirurgia de las Lesiones Agudas del
  Tendón de Aquiles 

  Carlos Nemirovsky
  Unha em Telha 
  Mauro Luiz Fuchs
  9º Congresso Brasileiro de Medicina
  e Cirurgia do Pé
 
Augusto César Monteiro
  Diretoria Social                              7
  Alfonso Apostólico Netto 
 
Seção Cultural                                7
  Aos "Pés"
  Antonio Augusto Couto de Magalhães
 
Anote em sua Agenda                    8
 
Atividades de 1999   
 
Assembléia ordinária da SBMCP
 
Convocação

 .

     1  

 

sugestões de leitura

 

Clinical Application of Shape Memory Staples
Yetkin, H.; Kanatli, U.; Simsek, A.; Cila, E.; Güzel,V. - Foot & Ankle 19(8): 571-572, Aug 98.
Os autores publicam método de fixação, com grampos, que indicam para as osteotomias de base, no tratamento cirúrgico do hálux valgo. Antes do uso, os grampos, que tem a forma curva, são resfriados com éter clorídrico a menos 15 graus centígrados o que permite que se ajuste nos orifícios, no momento da síntese e são colocados com as extremidades de frente uma para a outra. Após a sua inserção, os grampos são aquecidos pela temperatura corporal, a 35 graus centígrados, quando estão, retornam a sua forma original, permitindo a compressão no foco de osteotomia. Um segundo grampo é ajustado para permitir o reforço da síntese, obtendo-se como resultado, uma fixação estável e efetiva compressão.
Metatarsophalangeal and Intermetatarsal Angles: Different Values and Interpretation of Postoperative Results Dependent on the Technique of Measurement
Schneider, W.; Knahr, K. - Foot & Ankle 19(8): 532-536, Aug 98.
São descritos na literatura cinco métodos diferentes de se desenhar o eixo do primeiro metatarsal, para a mensuração dos ângulos metatarsofalângico do hálux, e intermetatársico entre primeiro e segundo raios. Método 1 - uma linha passando pelo longo eixo do primeiro metatarsal, publicado por Hawkins e col. em 1945; método 2 -localiza-se o centro do primeiro metatarsal em dois níveis diferentes, unindo-se os dois pontos com um linha longitudinal, que se estende no sentido proximal e distal, introduzido por Venning e Hardy em 1951; método 3 - uma linha une o centro da superfície proximal do primeiro metatarsal e o centro da superfície articular distal, mencionado pela primeira vez por Mitchell e col. em  1958; método 4 - uma linha desenhada do centro da cabeça do primeiro metatarsal ao centro da base do primeiro metatarsal, descrito por Miller em 1974; método 5 - uma linha desenhada através do centro da cabeça do primeiro metatarsal e o centro do eixo proximal do primeiro metatarsal, descrito por Nestor e col. em 1990.Usando radiografias do pré e pós-operatório de 20 pacientes submetidos a cirurgia para hálux valgo com procedimento tipo chevron, os AA. acharam diferenças significativas entre os vários métodos de mensuração. As variáveis não são aceitáveis como critério de avaliação dos resultados obtidos na cirurgia de correção do hálux valgo. Concluem que o método 3 parece ser o mais apropriado para calcular o ângulo intermetatársico e o ângulo de valgismo do hálux. Esse método não sofre influência pelo tipo ou posição da osteotomia do metatarsal, com um ponto proximal e outro distal ao foco de osteotomia, mesmo após artrodese da primeira metatarsofalângica.
Antônio Francisco Ruaro

Cutaneous Disorders of The Lower Extremity
Dockerly, G. L.; Philadelphia, P.A. - W. B. Saunders, 1997
Este livro sobre lesões cutâneas é dividido em 17 capítulos, discorrendo inicialmente sobre a anatomia da pele, exame físico, testes diagnósticos e protocolos de tratamento.A partir do capítulo 6, discute várias condições patológicas.O valor deste texto reside nos numerosos exemplos de lesões cutâneas discutidos em profundidade. O capítulo de lesões tumorais da pele é extremamente útil e conciso. Na prática de consultório, freqüentemente os especialistas em cirurgia do pé são obrigados a fazer diagnóstico diferencial com lesões dermatológicas.Este livro, com 716 ilustrações, tem grande valia como referência na prática diária.
Adaptado de Michael F. Coughlin in Foot & Ankle, 19(10), 1998.
Túlio Diniz Fernandes

Isolated Subtalar Arthrodesis
Mann, R. A.; Beaman, D. N.; Horton, G. A. - Foot & Ankle 19(8): 511-519, Aug 98.
Foram estudadas retrospectivamente 48 artrodeses subtalares isoladas em 44 pacientes, com uma média de seguimento de 59,5 meses. Tratavam-se de casos de coalizão talocalcanear, fratura de calcâneo consolidada com artrodese subtalar, pé plano adquirido devido a disfunção do tendão do tibial posterior, artrose subtalar degenerativa, instabilidade subtalar e artrite psoriática.O tratamento foi considerado plenamente satisfatório ou satisfatório por 93% dos pacientes. A dor e a função melhoraram muito. Houve seis resultados insatisfatórios: três pés tiveram fraturas de calcâneo e três foram mal posicionados. Em todos os casos houve consolidação.O movimento tarsal transverso diminuiu em 40%, a dorsiflexão em 30%, e a flexão plantar em 9%. Radiologicamente, houve presença de discreta artrose tibiotársica (36%) e mediotársica (41%). É a opinião dos autores que a artrodese subtalar isolada leva a bons resultados nas patologias apresentadas, demonstrados neste estudo. Os pacientes com casos pós-traumáticas tendem a apresentar uma melhora menos acentuada do que aqueles operados por outras patologias. Este procedimento é uma alternativa para a artrodese tríplice e permite maior movimento do retropé e menor morbidade.
Walter Whitton Harris

 

tesouraria

 

Congresso
Neste ano de 1999, pretendemos brindar nossos sócios com o mais completo encontro científico e social, o 9º Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé, que se realizará de 21 a 23 de Abril, na cidade de São Paulo.
Para fazermos tudo que pretendemos, chegamos ao óbvio, ou seja, uma despesa maior que a receita. Neste momento, estamos na árdua tarefa de buscar patrocínio e a venda de stands do Congresso. Apesar da alta do dólar, conseguimos manter as condições excepcionais de estadia no Best Western Hotel (local do Congresso), no qual um casal se hospedará por três dias nesse hotel de luxo, recém-inaugurado, por R$ 450,00.
Naturalmente, contamos com a presença maciça de todos. Faça sua inscrição antecipadamente para assim gozar, evidentemente, de um desconto. Desta forma, você estará contribuindo ainda mais para o sucesso do nosso Congresso.

Anuidade
No início deste ano a Diretoria participou de uma reunião que assegurou a todos os sócios da SBMCP sua filiação à recém-criada Federação Internacional das Sociedades de Medicina e Cirurgia do Pé, cuja sede será em Seattle - EUA. Substituirá o CIP - Colégio Internacional de Medicina e Cirurgia do Pé - e irá agregar, em uma só entidade, as Federações Continentais da Ásia, Europa, América do Norte e América do Sul.
Para a formação e manutenção desta nova associação,., foi decidido no último Congresso da AAOS (American Academy of Orthopedic Surgeons) que cada novo associado contribuirá com US$ 25,00. A SBMCP decidiu absorver metade deste valor e cobrar a outra metade dos sócios, o que equivale a R$ 25,00. Assim, muito a contragosto, somos obrigados a aumentar a anuidade de R$ 150,00 para R$ 175,00 para o ano de 1999, com vencimento em 31/03/99.
Brevemente iremos informar os benefícios desta nova Sociedade.
Pedimos a sua compreensão e contamos com todos na manutenção desta grande família que forma a Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé.
Nelson Astur Filho

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Novo telefone da SBMCP: (011) 282-6919 - Telefax; (011) 282-2518                2   

 

diretoria científica

Novos Critérios de Seleção de Trabalhos Científicos para Publicação

O Comitê do Pé não é mais responsável pela seleção de trabalhos científicos para publicação na Revista Brasileira de Ortopedia da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. Esta foi a decisão tomada pela Executiva da SBOT, abrangendo todos os comitês. Foi nomeado um Corpo Editorial que responderá por essa atividade. Os sócios da SBMCP, interessados em terem publicações na RBO, deverão encaminhar seus trabalhos diretamente para o Editor-Chefe, Dr. Carlos Giesta, Secretaria Geral da Revista, Rua Francisco Sá, 17 - Sala 805, CEP 22080-010, Rio de Janeiro - RJ.
Caio Nery

 

como eu trato

 

Pé Torto Congênito Inveterado e Recidivado

O pé torto congênito inveterado é ainda uma deformidade relativamente comum no nosso meio e constitui um dos reflexos dos problemas socioeconômicos na saúde da população dos países subdesenvolvidos.
Os métodos convencionais de tratamento cirúrgico desta grave deformidade envolvem osteotomias corretivas, artrodese tríplice modelante ou talectomia. Estas cirurgias são tecnicamente difíceis e, riscos de necrose de pele, de lesão vasculonervosa e de infecção estão sempre presentes, podendo culminar na amputação. A presença de tecido cicatricial decorrente de cirurgias prévias malsucedidas aumentam os riscos de complicações. A rigidez articular dificulta sobremaneira a correção das deformidades. A coluna medial do pé encontra-se encurtada e o feixe vasculonervoso tenso e constituem fatores que limitam a correção da deformidade em eqüinocavo e adulto do pé torto inveterado.
A tentativa de correção do pé torto congênito inveterado usando os métodos cirúrgicos tradicionais apresenta como desvantagem a utilização de técnica agressiva com necessidade da ressecção de grande quantidade de osso. Isto culmina com acentuado encurtamento do pé e, muitas vezes, em correção insuficiente.
Para corrigir o PTC inveterado e/ou recidivado utilizamos preferencialmente a técnica de distração-osteogênese feita com uma montagem padronizada do fixador externo circular modelar de Ilizarov. A correção é feita pela distenção lenta e gradual dos tecidos moles (cápsula articular, ligamentos, tendões e pele). Quando existe fusão óssea, realizamos osteotomias dos ossos do tarso.
Empregamos mínima dissecção e limitado acesso cirúrgico. Duas pequenas incisões, uma plantar e outra posteromedial, medindo cada um aproximadamente 3 cm, são utilizados para fasciotomia plantar e alongamento do tendão calcanear, respectivamente. Nos casos onde se faz necessário a osteotomia do tarso, empregamos uma incisão cirúrgica longitudinal no dorso do pé, medindo aproximadamente 6 cm. A montagem do aparelho de Ilizarov é padronizada. Na perna são utilizados dois anéis posicionados paralelos entre si e fixos perpendicularmente ao eixo da tíbia com quatro fios de 1,8 mm de diâmetro dispostos de forma cruzada, dois em cada anel.
 

 

O calcâneo é fixado com dois fios olivados cruzados, também com 1,8 cm de diâmetro, presos a um semi-anel posicionado paralelo ao eixo longitudinal deste osso. Para a fixação do antepé utilizamos dois fios olivados com 1,8 mm de diâmetro fixados aos ossos metatarsais. Os fios do antepé são dispostos paralelos entre si e presos cada um num semi-anel. Os dois semi-anéis do antepé são posicionados em paralelo e dispostos perpendiculares ao eixo do antepé. Os anéis e semi-anéis são conectados entre si por intermédio de hastes rosqueadas e dobradiças estrategicamente posicionadas para possibilitar eixos de movimentação independentes entre o antepé, o mediopé e o retropé. Durante a correção das deformidades, a perfusão circulatória e o estado neurológico são monitorizados e servem como guia durante todo o processo. Todos os pacientes permanecem internados e realizam um programa de fisioterapia visando prevenir o aparecimento de deformidades em garra dos dedos, preservar a mobilidade do joelho e iniciar a marcha precocemente. A velocidade de correção baseia-se na capacidade do paciente suportar a distração promovida pelo aparelho e na monitorização clínica do estado cutâneo, circulatório e neurológico. Procuramos realizar a correção progressiva fazendo dois ou três ajustes diários no aparelho. O período necessário parta a correção doa deformidade varia de 8 a 12 semanas. O tempo total da manutenção do fixador externo varia de 12 a 16 semanas. Após a remoção do aparelho, o paciente imobilizado com uma bota gessada durante quatro semanas e encorajado a caminhar com carga total sobre o membro operado.
Nossos resultados têm sido animadores. Com esse método é possível transformar um pé rígido, deformado e doloroso num pé rígido, plantígrado e indolor. A correção se faz com menor risco para o paciente e maior segurança para o médico e se mantém ao longo do tempo, mesmo quando empregamos apenas a distensão dos tecidos moles sem nenhuma osteotomia. Caso o doente venha a apresentar dor nas articulações remanescentes, podemos realizar artrodeses limitadas do retro e/ou mediopé sem que seja necessário ressecar grande quantidade de osso, reduzindo desta forma o encurtamento final do pé e os riscos inerentes à artrodese modelante nos pés gravemente deformados.
Ricardo Cardenuto Ferreira

 

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notícias

Regional Nordeste da S.B.M.C.P.

É com imensa satisfação que comunicamos que a Regional Nordeste da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé realizará no período de 26 a 27 de abril de 1999 o “IV Simpósio Manlio Napoli de Medicina e Cirurgia do Pé”. O evento acontecerá no auditório da Associação Bahiana de Medicina e contará com a presença dos Drs. Donald E. Baxter e James C. Drennan como convidados estrangeiros, os quais irão contribuir ainda mais para o sucesso do evento. Terá também a participação do Presidente da SBMCP, Dr. Antônio Egydio de Carvalho Jr.

Gildásio Daltro

 

Minas Gerais

O Congresso Mineiro de Ortopedia e Traumatologia será realizado este ano nos dias 24, 25 e 26 de julho, aqui em Belo Horizonte.
Inauguramos nosso “Grupo do Pé” em 22.05.98. Devido às reuniões e o entrosamento dos colegas participantes, acreditamos que os temas livres relacionados com as patologias do pé baterão recorde em número de trabalhos. Não só a quantidade, mas, principalmente o alto nível dos mesmos, deverá surpreender os congressistas menos conhecedores dos mineiros.
Contamos com a participação dos ortopedistas de outros estados para maior brilho deste evento. Brevemente todos receberão o primeiro comunicado.

Ricardo Malaquias de Miranda

 

Comitê de Cirurgia do Pé e Tornozelo Rio Grande do Sul

O Comitê do Pé e Tornozelo da Sociedade de Ortopedia e Traumatologia do Rio Grande do Sul (COMCIP / SOT-RS), assim como os demais comitês da AMRIGS estiveram em recesso nos meses de janeiro e fevereiro. A primeira reunião será em 8  de março e já contamos com vários casos inscritos para apresentação e discussão pelo presentes. Manteremos o Projeto Interior com a apresentação de palestras sobre temas atuais aos colegas do Interior do Estado, abrangendo mais duas regiões chaves com maior concentração de ortopedistas. Também os Encontros Multidisciplinares continuarão sendo desenvolvidos, desta vez com os colegas da Dermatologia, da Fisiatria e Fisioterapia e com as empresas de material ortopédico de Porto Alegre e do Interior do Estado. Dentro da programação científica da SOT-RS, o COMCIP terá seu evento principal no mês de setembro. A SOT-RS comemora, em 1999, sessenta anos de existência. Todos os comitês estarão centrados nessa homenagem e o tema escolhido foi o Trauma. O Comitê do Pé é aliado dessas festividades e deseja, aqui, nacionalmente, muitos anos de vida à SOT-RS. Muito mais!

Antônio Carlos Flores dos Santos

 

Homenagem ao Velho Amigo do Brasil!

Nos dias 2 e 3 de Julho próximo será realizado em Terni na Itália, uma jornada de Patologia do Pé em homenagem ao Grande Amigo dos Brasileiros: Valente Valenti.
VALENTINO, como era conhecido, foi grande humanista, colecionador de moedas e apreciador de antigüidades e sobretudo um inteligente e engenhoso Cirurgião do Pé. Deixou saudades em todos nós e principalmente um grande legado de conhecimentos ortopédicos. Os amigos e discípulos do mundo todo, se reunirão para lembrá-lo e homenageá-lo.
Terni fica próximo de Roma e o lado de Spoleto, maravilhosa cidade da região da Umbria, cidade sede de famosos e concorridos Festivais de Música.
O Programa do Congresso será o seguinte:
Dia 02/07/99   -  Saudação das autoridades
                       -  Conferência sobre tema humanístico
Dia 03/07/99   -  Manhã  -  Hallux Rigidus
                       -  Tarde    -  Metatarsalgias
Todos estão convidados e aqueles que quiserem apresentar trabalho deverão entrar em contato com o Dott. Leonardo Luchetti, organizador do evento pelo Fax  39 744 406160 em Terni na Itália ou com o Dr. Sérgio Bruschini pelo Tel  011 572-3699.

Sérgio Bruschini 

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seção livre

A escolha

 

Por que? por que após tantos anos de estudo, incluindo a graduação escolar, Faculdade de Medicina e especialização em Ortopedia e Traumatologia, havermos escolhido a especialidade de Medicina e Cirurgia do Pé e Tornozelo. Algumas escolhas  são de difícil explicação, muitas vezes incoerentes, como em casos de paixão, times de futebol ou partidos políticos.
Acreditamos que os fatores que possam atuar na decisão pela  especialidade sejam variados e particulares, como o surgimento de uma chance de trabalhar com especialista renomado durante a fase de formação, pertencer à um grupo com carência em determinada especialidade, ou ainda ter ido para local em que faltam profissionais naquela área.
Aceitamos todos esses argumentos, nem pensamos em discordar das múltiplas possibilidades, porém o prazer que a cirurgia do pé e tornozelo nos proporciona e, o retorno que desfrutamos é realmente insuperável. Ao observar uma criança caminhando sem restrições, após uma operação de “pés tortos’ (equino-varos) bem sucedida, temos uma sensação deliciosa de vitória e reconforto.
Nossa especialidade é predestinada e sem barreiras etárias, ao corrigirmos um gigantismo do hálux (macrodactilia), reintegramos o paciente ao convívio social, podendo usar calçados comuns e, com isso ficamos satisfeitos e radiantes.
Na traumatologia do pé e tornozelo a satisfação proporcionada pelo restabelecimento de um operário vítima de fratura do calcâneo ao trabalho, representa, em

 

última instância, o alimento para toda a sua família, o que nos traz um enorme bem estar.
Em mulheres portadoras de halúx valgo, através de correções cirúrgicas, conseguimos devolver seu prazer em usar os calçados da moda, mesmo contra nossa vontade.
Podemos restituir a liberdade de locomoção m pacientes idosos, ou seja sua verdadeira independência, após havermos eliminado calosidades provocadas por metatarsalgias.
Além das áreas mencionadas, abrangemos o campo da medicina esportiva, onde nos deparamos com a oportunidade de salvar a carreira de atletas como Guga, Nelson Piquet ou Paula.
Todas essas alegrias tornam sublime nossa opção e, antes que os demais colegas lembrem, também temos nossos espinhos, em meio a tantas rosas, que são os pacientes que não evoluem do modo esperado, sendo este fato comuns à todas as áreas cirúrgicas.
Enfim, esta “declaração de amor” é na verdade um alerta aos colegas e também para lembrá-los de que a maior dádiva que um ser humano pode receber, em qualquer área de atuação, é uma escolha acertada e definitiva, para que possa enfrentar os bons e maus momentos de sua carreira, durante o decorrer de sua vida, com determinismo e segurança, tornando-se maior do que sua profissão, e que ela transforme-se em sua “razão de viver”.

Antonio A. Couto de Magalhães

 Reflexões sobre o Tratamento do Hálux Valgo

 

O hálux valgo, que privilegia de forma esmagadora o sexo feminino, tem se mantido, há muitos anos, como tema de destaque nas mesas de discussão. É óbvio que isso se deve às múltiplas facetas que cercam o problema, algumas das quais motivando acirradas polêmicas.
A deformidade, por si só, justifica o tratamento cirúrgico? A resposta deve ser contundente: não, não e não. O problema deve ser analisado dentro de uma perspectiva mais ampla: o membro inferior, o indivíduo como um todo, suas atividades e ambições. E, sobretudo, a vontade manifesta de submeter-se a cirurgia.
A dor deve ser a razão principal para o tratamento, e ela não se faz sentir apenas a nível do joanete. Muitas vezes um quadro de metatarsalgia relacionada com a cabeça do segundo metatarsal. A dificuldade para  adaptação de sapatos pode constituir um problema sério.
É necessário um exame detalhado de todo o membro inferior. Sabemos que o hálux valgo pode estar associado ao pé plano e representar um fator de recidiva. É importante analisar um quadro vascular, objetivando a profilaxia de verdadeiros desastres. Os membros superiores podem nos fornecer a chave para o diagnóstico, com, por exemplo, na artrite reumatóide.
O paciente ao entrar no consultório já nos mostra tratar-se de um espástico. Nestes casos, o realinhamento para tratamento do hálux valgo estará fadado ao insucesso.
Também sabemos do risco de comprometimento da performance de atletas e bailarinas após cirurgias para hálux valgo.
Devemos evitar o tratamento do hálux valgo por razões meramente estéticas. Nos casos em que isso ocorrer, o paciente deve ser exaustivamente alertado para os riscos e complicações possíveis. 

De início, o enfoque do tratamento do hálux valgo residia na articulação metatarsofalângica.

 

Hoje buscamos analisar todo o raio: “metatarso primus varus”, características da metatarsocuneiforme, hipermobilidade do primeiro metatarsal, hálux valgo interfalângico. Ao avaliar a radiografia com carga é importante verificar não somente o grau de desvio do hálux, mas se estamos diante de uma metatarsofalângica congruente, estável, ou frente a uma metatarsofalângica incongruente, onde ocorre uma subluxação.
Genericamente, a correção do hálux valgo deve priorizar a liberação das estruturas laterais de contenção da metatarsofalângica, a excisão da lâmina medial com retensionamento da cápsula medial e o realinhamento do primeiro raio. O não reconhecimento do hálux valgo congruente pode levar a um realinhamento às custas de subluxação da metatarsofalângica, com todas as conseqüências a isto inerentes. As osteotomias distais têm o seu poder de correção limitado pela pequena possibilidade de desvio lateral da cabeça metatarsal. As osteotomias proximais, por serem efetuadas no ápice do ângulo intermetatársico, permitem correções maiores. A cirurgia de Keller tem sido destinada a pacientes idosos com demanda biomecânica limitada, tendo em vista a conseqüente insuficiência do primeiro raio. Nos casos com artrose metatarsofalângica, a artrodese tem mostrado ser um bom procedimento.
Em suma, nos pacientes com hálux valgo, faz-se necessária uma avaliação cuidadosa que defina as características da deformidade e do indivíduo. Isto norteará a escolha da técnica cirúrgica a ser empregada – desde que haja vontade tácita e expressa do paciente para submeter-se a cirurgia – além de motivação e disciplina do cirurgião e do paciente para vencerem um pós-operatório não raramente longo e penoso.

Sérgio Vianna

 

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seção livre

Cirurgia de las Lesiones Agudas del Tendón de Aquiles

La cirugía de las lesiones ahgudas del tendón de Aquiles há sido tema de numerosas discusiones y propuestas alternativas, desde el “no operar” hasta las complejas plásticas com tejidos vecinos y/o aumentaciones com tendones. Todo há sido válido y útil para esta patología.
En mi sevicio desde hace varios años utilizamos como primera opción lá tecnica de Ma Griffith con alguna modificación.
Tenemos operados en los últimos cuatro años 25 rupturas agudas de tendón de Aquiles que han tenido un seguimiento mayor a los seis meses.
Siempre se há utilizado el mismo protocolo y técnica y los resultados han sido uniformemente buenos.
En el primer esquema se observa el tipo de cruce que se efectúa en los cabos del tendón y, en el segundo, el sentido del plano de la sutura con respecto a las estruturas del tercio distal de la pierna para evitar las lesiones del nervio safeno externo.
La sutura es un multifilamento reabsorbible (Dexon o Vycril nº 1 o 2) que se pasa utilizando una aguja de peridural (Tween) por la que se desliza una lazada de alambre de acero 4/0.
La entrada de un hilo y la salida del outro debencoincidir en el mismo orificio cutáneo.
Así hemos operado 25 pacientes con una sola parestesia del safeno externo que se solucionó espontaneamente a los 2 meses. El protocolo es anestesia local, operación en decúbito ventral, tracción de la sutura suficiente para positivizar la maniobra de Thomas (compresión de la masa gemelar con flexión del tobillo) y sin poreocuparnos por la umbilicación de la piel. Colocamos una bota de yeso en equino con taco de marcha desde el primer día y por 45 días, al retirarlo reemplazamos el yeso por un calzado com tacón de 5 cm (agregamos 3 al tacón normal de los zapatos de hombre) por otros 45 días. Loa pacientes siempre pueden caminar y no utilizamos rehabilitación. A los 90 días, se disminuye gradualmente la altura del tacón en una semana o dos.
Asi solo hemos tenido una reruptura parcial al caerse en la acera un paciente al que se le había retirado el yeso esse mismo dia, no se repitió el yeso y solo se lo mantuvo com marcha con tacón.
Todos los pacientes retornaron al nivel de actividad física previo a la ruptura, la pantorrilla a los seis meses de operados no se distinguía de la homóloga.
Un paciente (colega) tuvo una complicación por una tromboflebitis al serie retirado el yeso que curó a los tres meses.
Todos los pacientes fueron varones, entre los 34 y 72 años de edad con una media de 47. La principal causa de la lesión fue los tropiezos en la calle al subir o bajar escalones, la segunda en juego de Paddle.
No tuvimos infecciones locales ni intolerancia a las suturas, la piel umbilicada desapareció siempre al retirar el yeso, todos pueden sostenerse de puntillas sobre el pie operado a los seis meses y el aspecto de la región es igual a la del outro miembro sin engrosamientos ni deformaciones.
En resumen que proporciona una excelente recuperación sin debilidades posteriores, com bajo índice de reruptura y de complicacciones. Hacemos incapié en la necesidad de que sea efectuada bajo la observación directa de un cirujano senior ya que la curva de aprendizaje es, como podemos ver las estadísticas de otros servicios muy empinada.

Carlos Nemirovsky
Buenos Aires - Argentina
 

Unha em Telha

A unha é assim denominada devido ao seu formato em telha, normalmente comprometendo o hálux, podendo ser acompanhada de exostose subungueal. Realizamos o seguinte procedimento para as unhas em telha sem exostose subungueal: Anestesia troncular na base medial e lateral do hálux e hemostasia prévia através de garroteamento com dreno de Penrose largo. Exérese ungueal associada a cantoplastia dupla, de acordo com normas técnicas rigorosas para evitar recidivas (prolonga-se a incisão em elipse, mais ou menos 0,5 cm proximalmente no leito ungueal, cureta-se o leito ungueal e sutura-se, procurando não deixar degraus na união da unha/pele). Curativos diários com Iruxol pomada. Com aproximadamente 15 dias retiram-se os pontos. Nesta oportunidade orienta-se o principal deste procedimento, que é a manutenção com unha postiça de plástico rígido, por um período de 90 a 180 dias, para reorientar o crescimento da cova unha, ou até o crescimento total da nova unha (a unha postiça de plástico é presa com micropore).

Mauro Luiz Fuchs 

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seção livre 

9o Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé

 

Reiteramos nossa comunicação anterior sobre o 9o Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé, que será realizado na cidade de São Paulo, no período de 21 a 23 de abril de 1999, no Hotel Best Western Porto do Sol.
Nesta oportunidade, teremos a honra de receber os colegas:

  • Dr. Alberto Macklin Vadell (Argentina), Chefe da Equipe de Perna, Tornozelo e Pé do Instituto Dupuytren de Buenos Aires com grande experiência em Trauma, que irá proferir a seguinte conferência: Fraturas do Calcâneo, além de participar da Mesa Redonda Moderna sobre Trauma.

  • Dr. Donald E. Baxter (EUA), Professor Doutor do Departamento de Ortopedia da Universidade do Texas, Houston, Médico da Equipe Olímpica e do Houston Ballet e autor do livro “Foot & Ankle in Sports”, com grande experiência no estudo das patologias do Pé Adulto e na Traumatologia do Esporte. Irá proferir as seguintes conferências: Artrodese do Tornozelo e Pé, Opções de Tratamento nas Deformidades da 2ª Articulação MTF, Como Tratar os Atletas de Elite, Síndromes compressivas Nervosas do Pé e Tornozelo, Como Tratar o Pé Pronado e doloroso. Participará da Mesa Redonda Moderna sobre Patologia Pé Adulto e Trauma

  • Dr. Fernando M. Salas (Argentina), Chefe de Cirurgia e Ortopedia Infantil do Instituto Dupuytren de Buenos Aires, irá proferir a seguinte conferência: Encurtamento da Coluna Lateral do Pé – Operação de Lichtblau. Participará do Curso de Patologia do Pé Infantil, com o tema Deslocamento Epifisário do Tornozelo, e da Mesa Redonda Moderna sobre Pé Infantil.

  • James C. Drennan (EUA), Diretor Clínico do Hospital Carrie Tingley, Professor de Ortopedia Infantil da Universidade do Novo México e estudioso das patologias do Pé Infantil e autor do livro “Child´s Foot & Ankle”, irá proferir as seguintes conferências: Pé Cavo, Coalizão Tarsal, Doenças Neuromusculares do Pé, Pé Talo Vertical Congênito, Complicações Cirúrgicas do `´e torto Congênito. Terá participação no Curso de Patologia Infantil com o tema Hálux Valgo Infantil.

  • Nestor Horácio Natielo (Argentina), atual Presidente da Sociedade Argentina de Medicina e Cirurgia do Pé e Perna (SAMECIPP), que irá proferir a seguinte conferência: Tratamento do Pé Plano no Adolescente, e participará da Mesa Redonda Moderna - Pé Infantil.

Para a conferência de abertura, teremos a presença do Prof. Manlio Mario Marco Napoli, com o tema: O Desenvolvimento da Cirurgia do Pé no Século XX.
Além da participação de renomados ortopedistas do nosso país na coordenação das Mesa Redonda Moderna e Cursos sobre Patologia do Pé (Infantil, Adulto e Trauma), teremos o Curso de Reabilitação de Tornozelo e Pé que abrange desde avaliação clínico-funcional até o tratamento das principais lesões do tornozelo e pé.
Desta forma, acreditamos estar com a parte científica no mais alto padrão da nossa ciência e esperamos contar com a sua presença para que este evento alcance o sucesso esperado.
Até lá!

Augusto César Monteiro
Presidente do 9º Congresso

 

diretoria social

Amigos do Pé

Dificuldade – na atualidade, palavra tão comum na boca de todos nós, cidadãos brasileiros. Nós, da SBMCP, não estamos imunes. O 9o Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé também lida com essa palavra. No entanto, apoiado em um trabalho iniciado há um ano e devido à extrema vontade de toda a Comissão Organizadora do Congresso, aos poucos estamos conseguindo meios para que, além de uma atividade científica de alto nível, tenhamos momentos e atividades sociais da melhor qualidade.
São Paulo, por si só, já se constitui numa grande atração, com seus museus, teatros, restaurantes, oficinas culturais e ampla gama de oportunidades para compras. Para as esposas e acompanhantes, programamos três opções de atividades:
City Tour cultural – City Tour para compras – Passeios à cidade de Embu das Artes. Naquela cidade, a poucos quilômetros da Capital, localiza-se o berço artesanal de São Paulo. Essas opções serão realizadas de acordo com o número de acompanhantes devidamente inscritos no congresso.
Haverá um festividade de congraçamento para todos os inscritos, na qual toda a Comunidade do Pé terá, com certeza, ocasião de desfrutar de uma noite muito especial.
Estamos à disposição par qualquer tipo de sugestão e apoio para que essa festa seja tão agradável quanto todas as outras já realizadas pela Sociedade.
Aguardem novas surpresas no último comunicado oficial do congresso.
Inscrevam-se com antecedência para que possamos organizar os eventos da maneira mais correta e com o maior carinho possível.

Alfonso Apostólico Netto

seção cultural

Aos Pés

Pés são apoio, base
Fundamentos do equilíbrio do corpo
Proporcionam postura, em ortostase
Sem eles, o corpo cai, como morto

 Através dos pés, andamos
Vivendo a liberdade, a marcha
Sem os pés, paramos
Imobilizados, como rocha 

 

Podem ser alegria ou dor
Agindo na leveza da bailarina
Ou, ser como o fator
De deformidade, de uma menina

 Para os idosos, a libertação
Proporcionam sua liberdade
Ou quando doentes, a prisão
Para toda eternidade
 

Verdadeiras colunas de segurança
em sua ausência, perdemos a ação
Sem raízes, ficamos sem caminho, sem rumo, sem esperança..
Ficamos no chão!

 Antonio A. C. Magalhães 

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anote em sua agenda

Calendários das Reuniões de Diretoria para 1999

  · março dia 12 (sexta-feira) · abril  dia 9 (sexta-feira)
· maio dia 14 (sexta-feira) · junho dia 11 (sexta-feira)
· agosto dia 13 (sexta-feira) · setembro dia 10 (sexta-feira) · outubro dia 8 (sexta-feira) · novembro dia 12 (sexta-feira) · dezembro dia 10 (sexta-feira)

9o Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé
São Paulo - 21 a 23 de abril de 1999 - Hotel Best Western Porto do Sol, São Paulo

Abril/99
Dias 21 a 23
9o Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé - São Paulo (SP)

Hotel Best Western Porto do Sol - São Paulo (vide pg. 7 deste boletim)
Dias 29 de abril a 2 de maio
Congresso Sul-brasileiro de Ortopedia e Traumatologia – Curitiba (PR)

Tel. (041)262-8023

Maio/99
Dias 5 a 8
Third International Symposium on the Diabetic Foot. Noordwijkerhout (Holanda)

Tel. 31 (0)20-444-5790 / Fax 31 (0)20-444-5825 / E-mail:diabetic-foot@mail.com
Tópicos: Lançamento da Conduta Internacional / Cirurgia Vascular e Intervenção e Endoluminal / Técnicas Diagnósticas Não-invasivas / Cicatrização / Antibioticoterapia / Educação e Prevenção / Cirurgia do Pé / Tratamento Tópico / Podiatria / Biomecãnica / Calçados
Dias 7 a 9
Curso avançado em Tornozelo e Pé. Washington, DC (USA)

Tel. 1-800-235-4855
Dias 20 a 22
CIOT 99 – Congresso do Instituto de Ortopedia e Traumatologia – “Combined Meeting” MAYO CLINIC – Centro de Convenções Rebouças – São Paulo (SP)
Tel. (011) 231-4130 / Fax: (011) 259-6912 / E-mail: ciot@ejkrause.com.br

Julho/99
Dias 2 e 3
Jornada de Patologia do Pé – Terni (Itália)
Fax: 39 744 406160 (Dott. Leonardo Luchetti). Em São Paulo, tel. (011) 572-3699 (Dr. Sérgio Bruschini) 
(vide pág. 4 deste Boletim)
Dias 9 a 11
AOFAS Winter Meeting – San Juan (Porto Rico)

800-235-4855. Informações também podem ser obtidas na Internet, no endereço http://www.aofas.org/courses.html
Dias 24 a 26
Congresso Mineiro de Ortopedia e Traumatologia
Belo Horizonte (MG) Tel: (031) 227 1011

Setembro/99
Dias 17 e 19
Curso de Aperfeiçoamento em Cirurgia do Pé - São Paulo (SP)
Participação especial do Dr. Stephen Conti (EUA). IOT/HC/FMUSP. Vagas limitadas. Temas Centrais: Artroplastia e Artroscopia do Tornozelo
Tel:(011)231 4130 / Fax: (011) 259-6912

Outubro/99
Congresso Matogrossense de Ortopedia – Cuiabá (MT)
Tel. (065)321-2633
Dias 13 a 16
XXth Congress of the International College of Medicine and Surgery of the foot – Kyoto, Japão

 

Assembléia

Convocação para Assembléia ordinária da SBMCP

O presidente da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé, Dr. Antonio Egydio de Carvalho Jr., convoca todos os sócios a comparecerem à Assembléia Ordinária, a ser realizada no Auditório Austral do Hotel Best Western Porto do Sol, à Rua Tutóia, 77, Jardim Paulistano, São Paulo, em 22 de abril de 1999, com início às 17h45.

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