Sociedade Brasileira |
|
||
Filiada ao
Colégio Internacional de Medicina |
|||
|
|||
| ANO 3 | NÚMERO 09 |
MARÇO DE 1997 |
|
|
|||
|
Editorial
|
boletim
Editorial
1
Como eu Trato
2
Notícias
da Diretoria
2
Sugestões
de Leitura
3
SeçãoLivre
4
Amigos
da
Sociedade
5
Médicos Escritores
5
SLAMECIPP
6
Anote em sua Agenda
6 |
||
| . | |||
1 |
|||
como
eu trato
|
|||
Las
Artrodesis |
|||
|
|
1.Hacemos abordajes externos submaleolares suficientes para llegar
desde el borde anterior del “sinus tarsi” hasta el borde externo de la
cava posterior de la tuberosidade mayor del calcáneo. |
Impactamos el injerto en posicíon de corrección.
Dr. Carlos Eduardo Nemirovisky |
|
|
5.Hacemos la capsulectomeia de la articulación póstero externo astrágalocalcánea. |
|||
|
|||
notícias
da diretoria Tesouraria |
||
|
A
proposta de estimular a entrada de novos sócios e o reencontro com os
antigos foi um sucesso. |
|
convicção
de que iremos oferecer benefícios cada vez maiores, como por exemplo
nossa integração através da Internet com os principais núcleos
mundiais de estudo do pé. Nelson
Astur Filho |
|
2 |
||
|
sugestões
de leitura
|
|||||
|
Fixsen, J. A: Conjenital Vertical Talus The Foot 6 (3): 116-119, Sept 1996 Do alto da sua experiência, o autor consegue, em três páginas, de forma cristalina e direta, esgotar o assunto. E no dizer de suas próprias palavras, “o tálus vertical congênito continua sendo uma entidade rara e fascinante”. |
|
MANN,
da “AMERICAN ORTHOPAEDIC FOOT AND ANKLE SOCIETY” Calcado em 57
referências, analisa 45 pacientes (60 pés) submetidos a múltiplos
procedimentos e “FOLLOW UP” médio de 60 meses. |
|||
|
É sutil quando afirma que “o T.V.C. representa o extremo final do
espectro do pé plano e, como tal, é essencial não confundir formas
moderadas de pé plano com esta grave, rígida e irredutível condição”. |
Michelson,
J. D.: Fractures about the Ankle (Current Concepts Review). J. Bone Joint Surg 77A (1): 142-152, Jan 1995. |
||||
|
Amendola, A.; Elammens, P.: Subtalar Arthrodesis Using Interposition Iliac Crest Bone Graft After Calcaneal Fracture Foot & Ankle 17 (10): 608-614,Oct 1996. Ente as complicações das fraturas do calcâneo devemos reconhecer a horizontalização do tálus, com conseqüente “IMPINGEMENT” tibio-talar anterior. |
Trata-se de revisão do assunto, fundamentada em 111 referências, realizada por autor que, há algum tempo, vem se dedicando ao estudo da anatomia patológica e biomecânica dessas lesões. |
||||
|
Poucos artigos na literatura propõem associar a artrodese subtalar à
restauração da altura do calcanhar, após fraturas do calcâneo. O
trabalho analisa 15 pacientes com dor e deformidade no retropé após
fraturas do calcâneo, tratados com artrodese subtalar e interposição de
ilíaco. |
Chama atenção para a importância do feixe profundo do ligamento deltóide como estabilizador primário do tornozelo, mais do que o maléolo lateral, conforme preconizam alguns trabalhos. Discorre sobre a classificação de Lauge-Hansen, mostrando que ela pode representar um guia valioso para o manejo terapêutico. Fornece argumentos biomecânicos e clínicos que apontam para o |
||||
|
tratamento
conservador como melhor opção nas fraturas isoladas do maléolo
lateral (supinação-rotação externa/estágio II).Aborda
as fraturas bimaleolares e equivalentes, aspectos atuais relacionados
com as lesões da sindesmose e do “maléolo posterior” e o regime
pós-operatório. Sérgio Vianna |
|||||
|
Coughlin,
M. J.: Juvenile Hallux Valgus: Etiology and Treatment. Trabalho de peso, sobre assunto cheio de controvérsias, mereceu o prêmio ROGER A.
|
|||||
3 |
|||||
seção
livre |
||
Carta Aberta à SBP |
||
|
A
abertura da American Orthopaedic Foot and Ankle society aos brasileiros
integrantes da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé como
Membros Correspondentes, a introdução da Brazilian Society of Foot
Surgery na revista Foot & Ankle Internacional, com o primeiro volume
em novembro de 1996 e a magistral recepção aos brasileiros no “64th
Annual Meeting” da “American Academy of Orthopaedic Surgeons” em São
Francisco, pela AOFAS, demonstra que a Sociedade Brasileira de Medicina e
Cirurgia do Pé, amadurecida, encontra-se no rumo certo. A acolhida
calorosa, com o registro para o dia da especialidade sem taxas, a
participação científica com intercâmbio cultural livre e a integração
no jantar com a presença dos expoentes da cirurgia do pé, comprovou que
também somos “AOFAS Members” e despertou sentimentos de patriotismo;
o nivelamento com as melhores Sociedades de Medicina e Cirurgia do Pé do
mundo, honra, enobrece e dignifica a Sociedade Brasileira de Medicina e
Cirurgia do Pé.
|
curto prazo já tem a sua disposição todas as variáveis de benefícios,
gostaria de agradecer a todos que permitiram esta realidade, aos que se
doam despretensiosamente ensinando, aos fundadores, aos que conduziram e
aos atuais diretores da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé
liderados pelo Dr. Antonio Egydio de Carvalho Júnior; parabéns e o
eterno reconhecimento.
|
|
|
||
|
|
||
|
4 |
||
|
||
Amigos
da Sociedade |
||
Estamos mais uma vez em contato com vocês através deste boletim para contar as novidades referentes ao nosso Congresso em Uberaba. A programação social foi elaborada com o intuito de que a partir da taxa de inscrição (com exceção de residentes e acadêmicos que pagarão R$20,00 por atividade) você participe de todas as atividades sem qualquer ônus; teremos no dia 17 coquetel de abertura no Uberaba Tênis Clube a partir das 21:30h, sexta-feira dia 18 a partir das 15:00h teremos um grande torneio de tênis para os colegas inscritos (inscrições na secretaria do congresso), onde os nossos campeões receberão medalhas; nesta mesma tarde haverá uma exposição de artesanato e artigos típicos da região para os interessados. No dia 19 a partir das 17:00h teremos um grande churrasco com danças folclóricas, duplas caipiras onde você terá a chance de
|
mostrar suas qualidades artísticas até hoje desconhecidas por nós,
em um parque de extraordinária beleza.
|
|
Nota: A sociedade organizará grupos para viajar para Uberaba em ônibus especiais com saída de São Paulo no dia 17 de abril pela manhã, com preços promocionais que dependerão do número de pessoas inscritas. Maiores informações e reservas deverão ser feitas na Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé com a D. Mila através do telefone 282-2518 até 31 de março de 1997. |
MÉDICOS ESCRITORES |
||
|
A
Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, regional de São Paulo,
congrega mais de oitenta sócios que têm o prazer em escrever desde
contos, crônicas e poesias até ensaios, biografias e romances, além de
outras modalidades literárias existentes. Há mesmo colegas com vários
livros publicados, inclusive um com mais de vinte! |
A regional de São Paulo publica um
informativo mensal chamado ‘O Bandeirante’, que é distribuído
gratuitamente aos sócios. E-mail: flerts@plugnet.com.br Walter W. Harris |
|
|
5 |
||
|
|
||
SLAMECIPP |
||
|
Talvez a
sigla ainda estranha aos ortopedistas brasileiros, especialmente aos que
se dedicam à patologia do Pé e Tornozelo, seja futuramente mais
conhecida que a própria Sociedade que representa, que é a SOCIEDADE
LATINO AMERICANA DE MEDICINA E CIRURGIA DA PERNA E PÉ. |
|
Para
ser membro da SLAMECIPP de acordo com o estatuto é necessário ser membro
da Sociedade do País de origem ou seja há necessidade de ser membro da
S.B.P. Esclarecemos outrossim que este Congresso terá o apoio da S.B.P. e
do C.I.P., motivo pelo qual pedimos a colaboração de todos.A
anuidade estipulada para os Membros que pertencem ao quadro associativo é
de U$ 15,00, porém estamos estudando a possibilidade de eliminar esta
taxa quando o colega se inscrever no Congresso. Osny Salomão |
|
|
||
anote em sua agenda |
|
VIII Congresso Brasileiro de Medicina e
Cirurgia do Pé – S.B.P. Convocação para Assembléia Geral
Ordinária a ser realizada durante I Congresso Latino Americano de Medicina
e Cirurgia da Perna e Pé - SLAMECIPP Obs.: Os cursos regionais serão comunicados no próximo Boletim.
|
|
Este espaço é
reservado a qualquer
|
||