Sociedade Brasileira
de
Medicina e Cirurgia do  Pé
(SBP)

 

 

Filiada ao Colégio Internacional de Medicina e Cirurgia do Pé
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   ANO 2              NÚMERO 06                   MARÇO DE 1996

  

Editorial

                     boletim              

 

 

           Editorial  
         Dr. Antonio Egydio de Carvalho  1

 

        Como eu Trato  
         Fraturas do Calcâneo
         Dr. Ricardo Cardenuto Ferreira 2/3

 

         Sugestões de Leitura   
   
      Dr. Mauro Luiz Fuchs                4

 

         Seção Livre
         A"Doença dos Pezinhos"; o mal
         que vitimou Eça de Queiróz

         Dr. Sérgio Vianna                      5

 

         XX Aniversário
         Dr. Alfonso Apostólico Neto        5

 

         Anote em sua Agenda
         A Diretoria                                 6

 

         Tesouraria
         Dr. Nelson Astur Filho                6

 

 

A Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé tem nova Diretoria para o Biênio 96-97. O nosso legado é fausto. A S.B.P. tem origem numa fundação histórica, tendo passado pelos períodos de afirmação e desenvolvimento, ambos vitoriosos e será nossa incumbência o desafio do crescimento. Este jovem grupo, longe de pretender acertar sempre, terá o compromisso de engrandecer e agregar. Nesta perspectiva caberá a esta Diretoria todo o empenho em expandir e projetar a querida S.B.P. Entre as prioridades:
1º) Regionalizar: Procuraremos incentivar a organização de grupos regionais. Serão eles os pólos difusores do estudo das Patologias do Pé. Com esse intuito convidamos a serem representantes regionais:
Norte              Humberto Maradei Pereira
                      Av. Nazaré, 1203  -  66035-170  -  Belém  -  PA
Nordeste        Gildásio de Cerqueira Daltro
                      Av. Garibaldi, 4  -  40210-070  -  Salvador  
Centro Oeste  Edison José Antunes
                      SQS 206  Bl. E  Apto. 203  -  70252-050  -  Brasília 
DF Sudeste    Irocy Guedes Knackfuss
                      Pça. Martins Leão, 12  Ape. 106  -  20531-100 
                     
Rio de Janeiro  -  RJ 
Sul                 Egon Erich Henning

                      R. Bento Gonçalves, 1936   93410-003  Novo Hamburgo - RS
Estes serão os interlocutores e os responsáveis para incrementar a penetração de nossa Sociedade nos locais em que atuam.
2º ) Integrar: Estamos embuídos do propósito  de estabelecer maior intercâmbio com os vizinhos Sul-Americanos e com outras Sociedades Internacionais. Assim, participaremos conjuntamente com o C.I.P. e S.L.A.M.C.P.P. do Congresso e do Curso Internacional programados para 1996 e1997, respectivamente. Estamos aptos a assistir os interessados que desejam freqüentar eventos relacionados ao Pé ou ainda se tornarem membros das diferentes Sociedades Internacionais.
3º) Jornal: Será objetivo elevar o Boletim, numa fase intermediária, à categoria de um Jornal. A pretendida revista ficará para uma oportunidade futura.
4º) Social e Marketing: Designamos entre os membros da Diretoria os que terão a missão de melhor divulgar as atividades e os eventos na mídia nacional, além de programar reuniões sociais, culturais, esportivas e principalmente gastronômicas, sempre com o objetivo da confraternização
5º) Científico: A atividade deste departamento vai se constituir de vários projetos: proposição da ficha padronizada, inventariar novos autores dos diversos Serviços, programar cursos, elaborar questionário para estabelecer protocolos, auxiliar os membros interessados em publicar seus artigos e colaborar com as Comissões da S.B.O.T
Para almejar os objetivos não faltará a esta administração Entusiasmo e Dinamismo!
Finalmente, gostaríamos de registrar o profundo reconhecimento ao Dr. Gabriel de Souza Lima que desincumbiu, com maestria, a difícil tarefa de conduzir a S.B.P. na ausência dolorosa do Dr. Sérgio Ferreira Santos. Ficaram o Exemplo e a Saudade!

Dr. Antonio Egydio de Carvalho Jr.
Presidente
 

 .

  1     

 

                                                      Como eu Trato                                                      

 Fraturas do Calcâneo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As fraturas do Calcâneo são lesões relativamente comuns, provocadas por trauma direto associado à compressão axial que ocorre, na maioria das vezes, após uma queda de altura. É freqüente a associação com outras fraturas, tais como: coluna vertebral, bacia, punho, tornozelo, pilão e planalto tibial.
As seqüelas desse tipo de fratura costumam ser muito incapacitantes e associam-se freqüentemente ao tratamento incruento. Por esse motivo indicamos como tratamento de escolha para as fraturas com desvio, a redução cruenta e osteossíntese associada a enxerto ósseo esponjoso quando necessário.
O estudo radiográfico dessas lesões deve ser feito através de radiografias nas projeções dorsoplantar, oblíqua e perfil do pé, além da axial posterior do calcâneo. A tomografia computadorizada  é realizada nos planos coronal e transversal, constituindo-se num importante exame 

 

 

para o adequado planejamento cirúrgico.
O tratamento das fraturas extra-articulares é normalmente incruento, consistindo na imobilização por um prazo não superior a 4 semana, seguido de mobilização precoce das articulações do pé e tornozelo. A carga completa é iniciada tardiamente após 2 meses. É uma exceção à regra a fratura com avulsão da tuberosidade posterior, melhor tratada com redução aberta e fixação.As fraturas intra-articulares sem desvio seguem a mesma filosofia de tratamento das fraturas
extra-articulares.As fraturas intra-articulares com desvio necessitam de redução aberta e osteossíntese estável para permitir mobilidade articular precoce. A abordagem cirúrgica é realizada através da via de acesso lateral, tomando-se o cuidado de isolar o nervo cutâneo dorsal lateral para evitar sua lesão.  

 

 

 A bainha dos tendões fibulares não precisa ser aberta, pois os tendões podem ser rebatidos proximalmente permitindo uma boa visualização das articulações subtalar e calcareocuboídea. Através dessa abordagem é possível identificar-se a face articular talar posterior do calcâneo, que encontra-se normalmente afundada e rodada anteroinferiormente dentro das trabéculas ósseas do corpo do calcâneo. É comum a presença de uma linha de fratura no plano sagital daquela faceta. Devemos, de início, desimpactar e reduzir os fragmentos através da tração exercida por um fio de Steinmann passado perpendicularmente ao fragmento tuberositário; em seguida a face articular talar posterior deve ser reduzida e estabilizada  com um parafuso de pequenos fragmentos. 

 

O próximo passo é a identificação da faceta articular calcaneocuboídea e, caso necessário, efetuamos também a sua redução, fixando a porção anterior do calcâneo ao restante do corpo com uma “placa em H ou duplo H”. Na presença de falha óssea indicamos a coloração de enxerto ósseo esponjoso retirado do ilíaco. A fixação deve ser rígida e incluir todos os fragmentos ósseos da fratura, proporcionando estabilidade suficiente para permitir mobilidade precoce sem necessidade de suporte externo.As fraturas articulares, com grande cominução, são manipuladas e fixadas por via cutânea, utilizando-se um fio de Steinmann, segundo uma adaptação do método de Essex-Lopresti. 
O objetivo deve ser a correção do desvio em varo e do alargamento do calcâneo, facilitando dessa forma uma artrodese futura.

 

Como comentário, ressaltamos a   importância da abordagem das fraturas do calcâneo levando-se em conta um diagnóstico preciso baseado num adequado estudo radiográfico e tomográfico. Isto possibilitará um planejamento pré-operatório satisfatório e facilitará a cirurgia. A redução aberta, pela via de acesso lateral, deve ser a mais anatômica possível e a fixação precisa ser estável o suficiente para permitir a mobilização precoce das articulações, além de corrigir os desvios em varo e o abaulamento da parede lateral. Esses pré-requisitos são fundamentais para um bom resultado funcional no tratamento dessas graves lesões.

Ricardo Cardenuto Ferreira
Médico Assistente 
Grupo de Cirurgia do Pé
 
Santa Casa de São Paulo

 

 

2/3      

 

                                                    Sugestões de Leitura                                                       

 (1) “Correção do hálux valgo com procedimento de partes moles distal e osteotomia metatarsiana proximal”MANN, R.A., RUDICEL, S., GRAVES, S.C. – J Bone Joint Surg 74-A:124-129, 1972

 

Resumo:
Foram revisados, retrospectivamente, os resultados de 75 paciente (109 pés) em que o hálux valgo foi corrigido com liberação de partes moles distal, excisão da eminência medial, plicatura da cápsula medial e osteotomia proximal em crescente do primeiro metatarsiano. Os pacientes foram seguidos por um período médio de 34 meses (variando de 24 a 36 meses). O ângulo médio de hálux valgo pré-operatório foi de 31 graus e o pós-operatório de 9 graus. O ângulo médio intermetatarsiano pré-operatório foi de 14 graus e o pós-operatório foi de 6 graus. 93% dos pacientes ficaram satisfeitos com o resultado do procedimento. Afirmaram que, frente às mesmas circunstâncias, se submeteriam novamente a cirurgia. Como complicações houve recidiva do hálux valgo em 2 pés, dor sob o sesamóide fibular em 1 pé e joanete do 5º dedo não relacionado com a cirurgia, em 1 pé. 

 

Apenas 5 de 48 pés que apresentavam preoperatoriamente queratose plantar sintomática sob a segunda cabeça metatarsiano, permaneceram sintomáticos no pós-operatório 

 

 

2) “Bunionectomia de Austin: avaliação com ressonância magnética pós-operatória objetivando identificar necrose avascular”. WILKINSON, S.U., JONER, R.O., SISK, L.E., SUNSHEIN, K.F., VON MONEN, J.W. – J Foot surgery, 31(5): 469-477, 1992

 

Resumo:
Os autores usaram ressonância nuclear magnética para avaliar os índices de formação de necrose avascular após a realização de 20 bunionectomias de Austin modificada. Também foram realizadas bunionectomias de McBride modificadas sem osteotomia do 1º metatarsiano e avaliadas como um controle pela ressonância nuclear magnética. Os resultados mostram um índice de formação de necrose avascular de 50%. A maioria das áreas de necrose avascular encontravam-se dorsalmente dentro da substância óssea esponjosa da cabeça do primeiro  

 

metatarsiano.
Estas lesões, em todos os casos, não causaram instabilidade em nenhum paciente nem resultaram em algum declínio no grau de satisfação do paciente. A ressonância magnética positiva na avaliação de necrose avascular sugere áreas de problema potencial com as técnicas cirúrgicas, que podem ser eliminadas através de uma modificação adicional do clássico procedimento de bunionectomia de Austin
. 

 

3) “Osteotomia em prateleira crescêntica”. COHEN, M. ROMAN, A., AYRES, M., FREEDLINE, A. – J Foot Surgery, 32(2): 204-226, 1993.
 

Resumo:
Os autores descrevem uma nova técnica cirúrgica para a correção da deformidade valga do hálux abduto. A osteotomia “em prateleira crescêntica” combina uma osteotomia dorsal para plantar com uma osteotomia transversal medial para lateral, na base do primeiro metatarsiano. Esta técnica permite uma correção triplanar, redução aberta estável com fixação interna e redução intermetatarsal precisa. 

 

Esse artigo discute a osteotomia da base, alternando considerações anatômicas do primeiro metatarsiano e dados predizendo mobilidade no plano frontal e sagital do fragmento distal. Também inclui um procedimento guia seguido de exemplos e possíveis complicações. A análise de 22 procedimentos foi apresentada. O artigo introduz rapidamente a osteotomia capital “em prateleira crescêntica” com a revisão dos procedimentos.

Dr. Mauro Luiz Fuchs

4     

 

                                             seção livre                                            

"Doença dos pezinhos": o mal que vitimou Eça de Queiroz

 

A “Doença dos Pezinhos”, que deixa os pés flácidos e sem comando é um mal neurológico e genético, até hoje sem cura, com o nome científico de paramiloidose ou polineuropatia amiloidótica familiar. Os pacientes têm de complicações cardíacas a intestinais que os levam à morte.
A doença atinge habitantes do norte de Portugal, especialmente de Póvoa do Varzim e seus descendentes.
Pelo mundo, o seu trajeto foi o das caravelas – a doença existe no Japão, onde os jesuítas estiveram nos séculos XV e XVI; na Irlanda, em cuja costa uma esquadra portuguesa lutou contra os espanhóis; na Suécia, onde os navegadores portugueses chegavam para trocar cargas de sal por bacalhau; no Canadá, onde havia pescadores portugueses; e no Brasil.
A doença surge em adultos sem distinção de sexo, a partir dos 30 anos, provocando degeneração de todos os nervos periféricos, a começar pelas mãos e pés. Como há diarréia crônica - porque o doente não tem controle sobre a musculatura esfincteriana - o emagrecimento é brusco e há necessidade de medicamentos capazes de repor a gordura fecal. Há ainda perda progressiva de sensibilidade ao calor e ao frio, resultando em ferimentos graves.  

 

O destino fatal do paciente é a cadeira de rodas e morte precoce.  
Durante muitos anos foi confundida com “lepra” e com a tuberculose intestinal. A curiosidade e o espírito científico do Dr. Corino de Andrade permitiram detectar a “Doença dos Pezinhos”, quando lhe surgiu o primeiro caso, oriundo de Póvoa do Varzim. Em 1952, publicou o primeiro trabalho no mundo sobre o assunto.
Eça de Queiroz nasceu em Póvoa de Varzim, lutou durante 16 anos com uma “tuberculose intestinal” iniciada quando completou 39 anos e morreu aos 55 anos, depois de se queixar, amargamente, do “pobre estômago, cansaço nos pés e sentimento de inércia”. Estes sintomas levaram biógrafos recentes do escritor a indicar como causa real de sua morte, não a tuberculose intestinal, mas a !”doença dos pezinhos”.

Adaptado do artigo de Norma Couri e Helite Vaistman publicado no JORNAL DO BRASIL

Dr. Sérgio Viana  

 

XX Aniversário

 

A comemoração do XX Aniversário da S.B.P. refletiu exatamente o intuito que a Sociedade possui como meta ou seja: um local para o estudo mais aprofundado das diversas patologias do pé e onde seus sócios e colaboradores possam trocar experiências pessoais e profissionais.
Primeiramente tivemos, na sede da S.B.O.T., quatro palestras distintas e envolventes; Professor Napoli nos trouxe um pequeno histórico da Sociedade desde a sua Fundação até os dias de hoje, relembrando todos (e quantos!!!) expoentes da Cirurgia do Pé que já estiveram entre nós em palestras, jornadas e cursos; logo após o Professor Alberto Carlos Amadio nos mostrou a importância e a profundidade de seu trabalho com atletas em diferentes tipos de atividade; a Dra. Valéria Petri nos ensinou a diagnosticar e a cuidar de uma das mais nobres áreas do pé que é a pele e, para terminar a parte científica tivemos  um enfoque  prático, sensato  e humano sobre o 

 

pé do amputado pelo Dr. Marco A. Guedes.
Após estas palestras fomos ao Buffet La Residence onde, junto com nossas esposas e acompanhantes, participamos de um maravilhoso almoço. A confraternização foi, sem dúvida alguma, o ponto marcante, encerrando assim as atividades da Sociedade em 1955 com altíssimo astral.

ATENÇÃO COLEGAS:

Após as atividades científicas do Dia da Especialidade durante o XXX Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia em Curitiba teremos um sensacional HAPPY-HOUR de confraternização para os sócios da Sociedade.

Dr. Alfonso Apostólico Netto

 
  

5   

 

                                               anote em sua agenda                                                         

 

26 a 27 de Abril / 1996
"Simpósio Internacional de Exames Complementares nas afecções do Aparelho Locomotor".
São Paulo - Brasil.Transamérica Ninety & Convention - SP. Informações: (011) 852-3308 / 853-7566

2 a 3 Maio / 1996
"Second Congress of the European Federation of National Foot and Ankle Societies (EFFAS)"
Basiléia - Suíça.
Informações com Heliane Badjelçan, Orthopaedic Department, Kantosspital Basel, CH-4031 Basel, Switzerland.

13 a 15 de Junho /1996
"The foot and ankle in elite athletic competition"
Atlanta/ USA
Informações: American Orthopaedic Foot and Ankle Society, 1-800-235-4855 

26 a 30 Julho / 1996
“Summer Meeting, American Foot and Ankle Society”
Hilton Head, South Carolina, USA”

25 a 30 Julho / 1996
30º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia”, 
Curitiba, PR
durante o qual serão realizados 3 Cursos sobre “Patologias do Pé e Tornozelo”. Teremos ainda o “Dia da Especialidade” (27/07) quando problemas relacionados ao pé e tornozelo serão discutidos em conferências, mesas redondas e temas livres

5 a 6 Julho / 1996
21st Annual Meeting of the Japanese Society for Surgery of the Foot” 
Tóquio, Japão
Informações: Harayasu Yanamoto, MD, Department of the Orthopaedics, Tokyo Medicaland Dental University, 1-5-45, Yushima, Bunkyo-ku, Tokyo 113, Japan, Tel: 3-5803-5272, Fax: 3-5803-0142.

 

 

                                                            Tesouraria                                                             

Foi bastante prazeroso receber do Caio a Tesouraria da nossa Sociedade com dinheiro em caixa!
Porém, a responsabilidade se torna dobrada, pois não existe mais a desculpa de Ter recebido um saco de dívidas e sim, a obrigação de ao fim da gestão o caixa estar ainda mais salutar!
Já deu para perceber nas primeiras reuniões, em grupo bastante animado em fazer um grande trabalho, que vamos conseguir com certeza.
Convoco os colegas que deixaram de contribuir com as anuidades que voltem, pois, temos certeza que vamos poder oferecer aos sócios benefícios científicos como, por exemplo, a gratuidade de solicitar artigos sobre trabalhos de patologias dos pé das principais revistas editadas (por exemplo Foot & Ankle), idéia está em andamento junto com o nosso Diretor Científico.
O valor da anuidade pouco variou em relação ao ano passado (R$ 100,00). 

Convoco ainda todos os colegas que se entusiasmam pelas patologias dos pés para participarem como sócios e como assistentes nos diversos encontros científicos que estamos programando. Lembramos a possibilidade de participação do médico mais novo (menos e 5 anos de formado) como sócio postulante (R$ 50,00).
Já estamos estudando a possibilidade da cobrança via bancária, para facilitar a forma de pagamento do sócio
Aproveitamos para comunicar que a anuidade da Sociedade Latino Americana de Cirurgia do Pé e Perna é de R$ 50,00 que podem ser enviados à S.B.P.
Creio que nossa Sociedade, hoje com 20 anos, sentir-se-á honrada em tê-lo conosco. Obrigado.

Atenciosamente,

Nelson Astur Filho

 

                                                          Seção Livre                                                           

 

Este espaço é reservado a qualquer manifestação da S.B.M.C.P.
  A correspondência deverá ser enviada para sua sede pelo
FAX (011) 282-2518

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