Sociedade Brasileira
de
Medicina e Cirurgia do  Pé
(SBP)

 

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   ANO 1                 NÚMERO 04            SETEMBRO DE 1995

 

Editorial

 

                       boletim             

Editorial  
Dr. Gabriel de Souza Lima

Como eu Trato  
Verrugas Plantares                            2
Profa. Dra. Valeria Petri
Professora Adjunta Docente Livre do Departamento
de Dermatologia da Universidade Federal de S.Paulo
Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM)

Neurite do Nervo Fibular Comum e/ou do Nervo Fibular Superficial                 
Dr. Mauro Luiz Fuchs                           3

Traumatismo do Hallux em Jogadores de Futebol de Praia
Dr. Abrão Moisés Altman                      3

O Pé na Arte e na Literatura
O pé da Arte, Mitologia e Crenças Populares
Prof. Dr. Manlio Napoli                          4

Anote em sua Agenda
Dr. Henrique Sodré de Almeida Fialho   
5

Seção Livre
Sociedade Latino Americana de Medicina e Cirurgia da Perna e Pé (SLAMCPP)
Prof. Dr. Osny Salomão                        6

VII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé
Dr. Antonio Egydio de Carvalho Jr.         6

Clube do Pé
Dr. Gildásio de Cerqueira Daltro             6

 

É com muita satisfação que vemos consolidada mais uma das diretrizes da atual diretoria da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé. O "Boletim"é hoje realidade
Por isto convocamos os colegas que participem desta tribuna de livre manifestação.
A presença de renomados conferencistas, nacionais e estrangeiros, o trabalho do Dr. Gildásio Cerqueira Daltro, à frente do VII Congresso Brasileiro, nosso evento maior, tenho certeza, terá audiência notável nos dias 21 a 23 de setembro deste ano.
Está prevista ainda para este ano, a comemoração do vigésimo aniversário da SBP que transcorrerá no dia 12 de dezembro.
A Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé continua crescendo, com a participação de seus membros que são suas unidades de grandeza. Portanto, nossos agradecimentos.

Participem!

Dr. Gabriel de Souza Lima
Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé

1      

 

                                                      Como eu Trato                                                      

 

 Verrugas Plantares

 

As verrugas plantares - vulgarmente conhecidas como "olho de peixe"- são lesões produzidas por vírus, identificáveis pela hiperceratose pontilhada característica do tecido, que tem consistência firme e aspecto esponjoso e comprime as terminações nervosas, acarretando dor à compressão perpendicular (o que as distingue dos calos, que geram dor à compressão lateral).
Assim, tais lesões são incapacitantes, especialmente quando múltiplas e em adultos. o Tratamento costuma ter resultados variáveis, nem sempre  gratificantes a curto prazo, e depende do número de lesões, da sua localização relativa nas plantas e de características individuais dos pacientes.

Lesão única
Pode ser bem sucedido o tratamento de lesão única com aplicação tópica diária ou em dias alternados de colódio elástico com ácido salicílico e ácido lático (Duofilm plantar), exclusivamente. No entanto, é comum a resistência a esse tratamento. O restante da lesão, após aplicação desse cáustico, pode ser submetido a curetragem (conforme consta do tratamento de lesões múltiplas, adiante).
Em geral, a lesão única tem boa evolução com o emprego da técnica da eletrocoagulação seguida de curetagem, no consultório. Recomenda-se que no domicílio, após esse procedimento, seja usada substância antissética (por exemplo, água de Alibour ou solução de Burow 1/25) e limpeza com água e sabão duas vezes ao dia, até cicatrização completa da lesão. O uso de pó secativo antissético é sempre adequado, para restringir o meio de cultura viral, essencialmente dependente da umidade.

Lesões múltiplas
Para o tratamento domiciliar, é útil recomendar:
1) banhos de imersão dos pés, com o objetivo de amolecer o tecido ceratósico, endurecido, das lesões vegetantes. Assim pode ser feita a retirada da massa ceratósica com o

 

auxílio de instrumento abrasivo, como as lixas apropriadas, tendo o cuidado de não promover lesões no tecido íntegro adjacente;
2) aplicação de vaselina salicilada a 10%, recobrindo a área em que foi aplicada essa preparação untuosa com um pedaço de papel celofane (curativo tipo mosaico). Esse curativo é mantido com enfaxamento dos pés ou uso de meias firmes durante toda noite. O número de vezes em que esse procedimento deve ser obedecido depende do êxito que se obtém no amolecimento e retirada do tecido. Quando bem realizado, pode ser feita a curetagem das lesões depois de cinco a sete dias;
3) uso de esparadrapo simples após o banho de imersão - pode permanecer fechada para maceração a região com verrugas durante três a cinco dias e depois realizada a curetagem;
4) curativos com creme contendo S-fluorouracil 1% prescrito pelo médico, podem ser feitos semanalmente, recobrindo a área de aplicação com celofane, permitindo a ação do produto por uma noite. Aumento da frequência do emprego dessa preparação deve estar a critério do médico.
5) compressão cuidadosa das lesoes com bastão de nitrato de prata pode ser feita em dias alternados, em lesões de pacientes não submetidos a outro tipo de terapêutica recentemente;
6) a preparação ou resolução das verrugas planares pode ser conseguida ainda, com aplicação tópica de ácido salicílico, ácido lático e colódio elástico (Duofilm-plantar).

Para o tratamento exclusivamente no consultório
1) a curetagem cautelosa (que deve ser feita pelo médico) pode ser seguida da aplicação de ácido tricloroacético a 50% ou 70%, com dois fins: hemostático e de remoção do tecido restante menos visível da lesão verrucosa curetada;
2) quando o paciente permite (ou suporta) a injeçao de anestésico local (xilocaína 2%, sem adrelina), pode ser feita eletrocoagulação do centro das lesões, com posterior retirada  do tecido de cada lesão com o procedimento da curetagem.

 

As curetas devem ser calibrosas e pouco cortantes, uma vez que o tecido viral propriamente não deve sofrer incisão pelo risco da reinoculação viral. Depois disso, no tecido supostamente sadio restante deve ser aplicado ácido tricloroacético 70%. Verrugas mais calibrosas podem ser muito dolorosas após a eletrocoagulação e curetagem. O paciente deve ser informado dessa possibilidade e pode ser prescrito analgésico convencional. A área atingida deve ser bem lavada pelo menos uma vez por dia com água e sabão comum, sem que seja necessário recomendar como rotina o uso de cremes ou pomadas com ou sem antibióticos e/ou cicatrizantes.
3) aplicação de nitrogênio líquido e neve carbônica podem ser eficazes, com intervalos de uma semana entre uma e outra sessão. Entre as sessões pode ser recomendado o uso domiciliar de solução cáustica branda, como ácido tricloroacético 30% ou 40% em dias alternados. Bons resultados terapêuticos não são assegurados nem a evolução é previsível. Os pacientes e/ou seus familiares devem ser informados sobre as probabilidades significativas de recidiva. Em caso de dúvida sobre a conduta, recomenda-se sugerir o emprego de soluções antisséticas brandas (solução de Burow 1/25) e tintura vegetal (tintura mãe de tuyia), ao invés de procedimentos que possam ter efeitos cáusticos imprevistos, fora do controle. Em algumas ocasiões, verrugas plantares em tratamento transformam-se em urgenciais pela desorientação do paciente quanto ao risco potencial das substâncias químicas que produzem destruição tecidual.
A influência psíquica deve ser levada a sério, uma vez que as lesões são reconhecidamente passíveis de resolução com sugestões. As "simpatias", portanto, podem ser úteis como tratamento codjuante. Bom humor e otimismo fazem o resto ou a grande diferença.
 

Dra. Valeria Petri

 

   

 

 

Neurite do Nervo Fibular Comum e/ou do Nervo Fibular Superficial

 

Nos últimos meses travamos contato com inúmeros pacientes com diagnóstico de neurite do Nervo Fibular e/ou do Nervo Fibular Superficial. Não pudemos atribuir esta maior incidência a uma maior acuracidade diagnóstica ou a uma casualidade.
Iniciamos o tratamento destes quadros com medicação e fisioterapia sem qualquer preocupação em padronizar uma conduta.
Em função dos resultados obtidos foi elaborado, com a participação dos fisioterapeutas Marta C.Galafassi, 

 

Claudia B. Hespanhol e Juliane  K.Cunha além do Dr. Valdecir V. Carneiro o protocolo que normatiza o tratamento destas afecções na Clínica do Pé, que vem oferecendo resultados bastante animadores e que passamos a descrever;
1. Medicação - Dexagil 5000 UI - IM- 10 ampolas
Tandrilax - 1 cx - 1cp VO8/8 horas
Benerva 300 mg - 90 dias - 2cp VO ao dia
2. Repouso Relativo - Não praticar esportes até a regressão total do quadro.
3. Fisioterapia - Ondas Curtas, Tensys, 

 

Crioterapia (de 10 a 50  sessões)
Aplicar em todo o trajeto do nervo ciático (nádega ao tornozelo). A variação do número de sessões depende da evolução
4. Coadjuvantes - Em alguns casos necessitamos da participação de profissionais especializados da "Clínica da Dor"que se serviram de acumputura, bloqueios (residuais) e Tryptanol 25 mg.
5. Não houve necessidade de exploração cirúrgica.

Dr. Mauro Luiz Fuchs 

 

 

Traumatismo do Hallux em Jogadores de Futebol de Praia

 

O futebol descalço é amplamente praticado nas praias do nosso extenso litoral. Santos, no estado de São Paulo, possui sete quilômetros de praias e, por essa razão, essa modalidade de esporte é bastante difundida.
Em nossa atividade diária, nos chamou a atenção uma patologia típica de pacientes que vinham para consulta queixando-se de dor no hallux quando corriam e jogavam futebol descalços, com aumento de volume e diminuição da flexo-extensão do hallux. Estas queixas são sempre unilaterais e, em todos os pacientes, no pé dominante (com o qual a bola é chutada). Quanto ao tempo de evolução, todos os pacientes tinham ao mínimo um ano jogando futebol.

 

 

 

O quadro clinico é sempre de um aumento de volume, com um pequeno cisto ou calosidade dorsal, de localização nas falanges, lateral ou medialmente.
O quadro radiológico apresenta arrancamento ósseo-subcondral, de variada dimensão, geralmente intrarticular, simulando fratura subcodral.
Pesquisando a provável etiologia, concluímos que o fator mais importante é relacionado à circulação do hallux:microtraumatismos repetitivos tanto da bola quanto da areia rígida levam à uma necrose avascular na região comprometida. Associa-se a isto a flexão planar forçada durante a corrida ou chute com a bola. A maioria dos casos são tratados cirurgicamente com "toilete"articular e retirada do fragmento da falange lesada. A evolução é para cura, com boa recuperação, todos voltando a jogar futebol descalços com a recomendação de usar uma proteção (bandagem) no hallux para evitar novos microtraumatismos.
Deixo esta colaboração neste boletim como um alerta para os colegas que trabalham em cidades litorâneas, para que atentem para essa patologia que pode passar desapercebida ou simplesmente confundida com uma fratura de hallux.

 

 

 

 

Dr. Abrão Moisés Altman 

 

3   

 

                                                  O Pé na Arte e na Literatura                                               

 

O Pé na arte, mitologia e crenças populares

 

O pé está presente na arte, é encontrado na mitologia e faz parte da crença popular.
Nos primórdios da escultura, o pé é ao mesmo tempo a base que sustenta a estátua. O artista quer estar seguro que a obra por ele criada está firme em sua base; também demonstra a confiança que tem no solo, na Terra, na longevidade ou mesmo na eternidade.
Está demonstrada uma das funções primordiais do pé, a estática. Sómente após estudo racional é introduzida na Grécia a noção de que os pés são órgãos importantes, que nos habilita para a marcha. Os pés não são mais representados paralelos, porém separados e movendo-se. É a primeira tentativa de representar um passo.
Retropés globosos e dedos alinhados uns ao lado dos outros são modificados para proporções mais belas com dedos levemente separados. O quinto se apresenta em posição um pouco diferente; o segundo dedo é mais longo que os demais.
Este é o pé ideal na cultura grega.
Somos assim levados à clássica diferença entre o pé grego e o egípcio.
Não se sabe, através da literatura, quando esta diferenciação foi introduzida.
Ao visitar museus egípcios, gregos, romanos ou indianos, pode-se verificar qualquer tipo de pé representado, independente da cultura, época ou região.
Ramsés II, por exemplo tem um perfeito pé grego.
A função dinâmica dos pés é vista com ênfase nas rochas das cavernas, representando cenas de caça; as pernas fortes e longas nessas gravuras tem expressão de  

 

velocidade, tão vital para esses habitantes das cavernas.
Na Idade Média, nos quadros da crucificação de Cristo, os pés estão colocados paralelamente e fixados por dois pregos; posteriormente os pés estão superpostos e fixados por um único prego, como expressão suprema de dor. Com o melhor conhecimento da anatomia, as pinturas se tornam cada vez mais naturais, mesmo científicas.
Os desenhos anatômicos de Leonardo Da Vinci, das várias partes do corpo humano até hoje nos surpreende por sua precisão.
O quadro de Holbeir do Cristo morto mostra, de maneira natural, um corpo com sinais de putrefação.
Alienação e anarquia na arte caracterizam nosso século; a evolução tecnológica, o pavor atômico, a angústia levam aos quadros de horror e destruição.
Pablo Picasso na sua Guernica, apresenta nas figuras dos pés a expressão do sofrimento e horror causado pela Guerra Civil em sua Pátria.
Na rica e vasta mitologia grega o gigante Antajos permanecia invencível enquanto tocava o solo; Herakles somente pôde vencê-lo quando o levantou do chão e o degolou.
Yamaguchi, engenheiro japonês, que sobreviveu aos dois ataques atômicos, teve seu rosto e os restantes do corpo totalmente enfaixados; quando se apresentou a sua mãe ela o reconheceu após ver seus pés, pois segundo a crença sómente os fantasmas não tem pés.

Prof. Manlio Napoli

 

 

  

4   

 

                                        anote em sua agenda                                       

 

Cursos, Jornadas e Congressos onde o pé será enfocado

 

 

 

 

 

 

21 a 23 de setembro de 1995
VII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé
Salvado - Bahia
presenças confirmadas: Prof. Dr. Mark Myerson (EUA); Prof. Dr. Tito Amor (Argentina) e Prof. Dr. J. C. Pouliquen (França)
é o Congresso Oficial da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé e conta com a participação dos especialistas nacionais.

11 a 15 de outubro de 1995
I Congresso Brasileiro de Ortopedia Pediátrica e VI Seminário Internacional de Ortopedia Pediátrica
Hotel Rafain Palace - Foz do Iguaçu - Paraná
presenças confirmadas: Prof. Dr. Luciano de Souza Dias (USA); Prof. Dr. Hector Malvarez (Argentina); Prof. Dr. Raymond T. Morrissy (USA); Prof. Dr. Stuart Weinstein (USA)

1 a 4 de dezembro de 1995
XXXII Congresso Argentino y I Congresso Argentino-Brasileño de Ortopedia y Traumatologia
Buenos Aires - Argentina

9 e 10 de dezembro de 1995
Festividade comemorativa do vigésimo aniversário da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé,
em São Paulo. Aguarde maiores informações!
Obs. Data e programa a serem confirmados.

 

 

 

5   

 

                                                          Seção Livre                                                           

VII Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia do Pé

 

Está próximo o VII Congresso Brasileiro da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Pé. O entusiasmo é grande e as notícias alvissareiras.
O árduo trabalho do Dr. Gildásio de Cerqueira Daltro será frutificado num evento impecável.
As atividades científicas estão definidas.
Além da participação de renomados conferencistas estrangeiros: Drs. Mark Myerson (USA), Jean Claude Pouliquen (França), Ricardo Tito Amor (Argentina); foi preocupação da Diretoria Científica oportunizar que muitos dos autores nacionais tivessem a possibilidade de expor suas experiências e por isso o programa abrangeu os principais tópicos das especialidades. As apresentações se restringirão aos 15 minutos para que toda a informação venha condensada nos aspectos considerados "high-ligths" e viabilize maior número de temas.
Os dois cursos tem o propósito de expor as condutas nos  principais Serviços Universitários.
Foi criado o "Plantão de Dúvidas"onde os participantes,

 

prèviamente inscritos, levando-se em conta as limitações  de número e tempo poderão ter seus casos discutidos pelos convidados estrangeiros e nacionais.
Para isso traga em sua bagagem um caso clínico detalhado de patologia nos adultos ou crianças e procure a comissão organizadora.
Os 27 temas livres foram selecionados dentre 42 o que demonstra uma significante produtividade e interesse dos autores participando, ver suas idéias verdadeiramente comentadas.
As Mesas Redondas tem o propósito de apresentar atualização e tratar temas de maior complexidade.
Finalmente será ministrado um curso pela Dra. Marta Imamura, abordando a reabilitação do pé, um setor relativamente relegado pelso cirurgiões.
A par desta intensa atividade científica, Salvador é a cidade acolhedora de sempre, o que concorre para tornar muito aprazível esta, já bem sucedido, VII congresso da S.B.P.

Dr. Antonio Egydio de Carvalho Jr.

 

Comunicamos que no dia 01/06/1995 foi fundado o Clube do Pé da Bahia.
Naquela oportunidade o Dr. Gildásio de Cerqueira Daltro, deu as boas vindas aos participantes e convidou o Prof. Sérvulo Dourado e o Dr. Fernando Garcia para proferirem as conferências e expressarem suas experiências no tratamento do Pé Torto Congênito com as técnicas de Codivilla - Turco e Cincinatti, respectivamente.
O evento contou com a presença dos colegas Sérvulo Dourado, José Carlos Scardino, Sinval vasconcelos, Osvaldo Souza, Fernando Garcia, Luis Schipper, Valdir Dias, Paulo Cesar, Newton Novis, Robson Souza, Ricardo Cordeiro, José Renato, André Rebello, Franklin Ramos, Sandro Max, Dielson Gouveia, Jaqueline Lima, Rogério Jamil, Josemar Stabile.
Em seguida foram saudados os novos sócios titulares e postulantes da S.B.P. e feito convite para coquetel no Salão de Festas do Bahia Othon Palace Hotel.
Congratulamos com o Dr. Gildásio e demais membros fundadores do Clube do Pé da bahia pela iniciativa. Aguardamos sucesso e perenidade.

Diretoria S.B.P

 

 

Sociedade Latino Americana de Medicina e Cirurgia da Perna e Pé (S.L.A.M.C.P.P.)

No último Congresso da Sociedade Argentina de Medicina e Cirurgia do Pé; o Brasil foi agraciado com apresidencia da sociedade, então criada, para congregar os Latino Americanos que se interessam pelas patologias do pé e tornozelo.
Naquela mesma ocasião ficou decidido que realizaríamos o Congresso Latino Americano de Cirurgia da perna e Pé em 1997 cuja sede será a cidade de São Paulo.
Todos os membros da S.B.P. poderão pertencer à Sociedade Latino Americana pois receberão benefícios técnico-culturais.
Para nos ajudar nesta tarefa, indicamos como secretário o dr. Antonio Egydio de Carvalho Jr. e como tesoureiro o Dr. Fernando Ferreira Fonseca Filho.
Esperamos o apoio de todos para que possamos realizar um bom Congresso.
Gratos

Dr. Osny Salomão

 

 

            Este espaço é reservado a qualquer manifestação da S.B.P. 
  A correspondência deverá ser enviada para sua sede pelo Fax:(011) 282 2518

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